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Câncer de próstata

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Apesar de o câncer de próstata ser bastante conhecido, ele ainda assusta a maioria dos homens. Muitos, por medo ou por desconhecimento, fogem dos consultórios médicos, adiando cuidados que podem significar prevenção, diagnóstico precoce e tratamento bem-sucedido. Saiba mais sobre esse tipo de câncer, seus fatores de risco, os primeiros sintomas e os tratamentos disponíveis.

O que é câncer de próstata?

A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino. Localizada na frente do reto e abaixo da bexiga, tem a função de produzir um fluido que faz parte do sêmen, nutre e protege os espermatozoides. Nos homens mais jovens, a próstata tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas, com a idade, ela tende a ficar maior.

Como acontece em outros tipos de câncer, no de próstata, o número de células da região aumenta descontroladamente, causando a enfermidade. Geralmente, esse processo ocorre de modo lento e não dá sinais de que algo está errado. Entretanto, há casos nos quais ele é rápido, levando as células cancerígenas a se espalharem por outros órgãos, provocando metástases e dificultando o tratamento e a cura. Outro ponto de atenção: se a progressão do câncer de próstata costuma ser lenta, as chances de recidiva pós-tratamento são altas.

Por isso, a prevenção, o diagnóstico precoce e o monitoramento são tão fundamentais. As estatísticas provam porque é preciso levantar as bandeiras da campanha Novembro Azul, quando se dedica o mês para conscientizar a população masculina sobre a importância dos cuidados com a saúde. O câncer de próstata é o segundo tumor maligno mais comum entre os homens. Pesquisas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que mais de 65 mil novos casos surgem por ano (estimativa para 2022) 1. No Brasil, a cada 38 minutos, um homem morre por causa do câncer de próstata 2.

Quais são os fatores de risco para o câncer de próstata?

Sobrepeso, obesidade, tabagismo e histórico de câncer na família são fatores que podem aumentar o risco de câncer de próstata. Entretanto, estudos indicam que a idade é uma das grandes vilãs: no Brasil, os homens mais velhos, com mais de 55 anos, têm sido os mais acometidos pelo câncer de próstata; no mundo, 75% dos diagnósticos ocorrem a partir dos 65 anos 3.

Quais são os sintomas do câncer de próstata?

Dificuldade para urinar, diminuição do jato de urina, presença de sangue na urina, demora para começar e terminar de urinar, incontinência urinária e necessidade de ir ao banheiro mais vezes do que o comum durante o dia e mais frequentemente à noite podem ser sintomas de câncer de próstata. Apesar de serem sinais que acendem um alerta vermelho para a enfermidade, nem sempre são certeiros. Eles também podem indicar outras doenças, como a prostatite (inflamação da glândula causada por bactérias) e a hiperplasia benigna da próstata. Por isso, o acompanhamento com o urologista é indispensável. Ele é o especialista responsável por fazer um diagnóstico preciso, considerando o histórico clínico do paciente e exames específicos.

Intra-hepático: comete os ductos biliares dentro do fígado e muitas vezes é classificado como um tipo de câncer de fígado;

Perihilar: ocorre nos ductos fora do fígado. O tipo mais recorrente é o tumor de Klatskin, que acomete a região onde os ductos direito e esquerdo se encontram, originando o ducto hepático comum.

Distal: acomete a porção do ducto biliar que fica mais próxima do intestino delgado e também é chamado de colangiocarcinoma extra-hepático.

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Incontinência urinária masculina: causas, sintomas e como tratar

Descubra o que é incontinência urinária, os sintomas, os fatores de risco e os tratamentos

A incontinência masculina pode ser solucionada.

Uma condição que limita a vida de quem a possui, ao não permitir que a levem com regularidade.

O que é Incontinência Urinária?

A incontinência urinária - perda involuntária de urina - é um problema comum e frequentemente embaraçoso. A intensidade varia de perder urina ocasionalmente ao tossir ou espirrar, a ter uma vontade tão repentina e forte de urinar que você não consegue chegar ao banheiro a tempo.

Embora ocorra com mais frequência com o envelhecimento, a incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelhecimento.

Se a incontinência urinária afetar suas atividades diárias, não hesite em consultar o seu médico. Para a maioria das pessoas, algumas mudanças simples no estilo de vida ou um tratamento médico podem aliviar o desconforto ou interromper a incontinência urinária.

Quais os sintomas da Incontinência Urinária?

Muitas pessoas apresentam pequenos escapes ocasionais de urina. Outros podem ter escapes leves a moderados com mais frequência.

Os tipos de incontinência urinária incluem:

  • Incontinência de esforço: A urina vaza quando você pressiona a bexiga ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.
  • Incontinência de urgência: Você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por um escape involuntário de urina.
  • Incontinência de transbordamento: Você tem gotejamento frequente ou constante de urina porque a bexiga não esvazia completamente.
  • Incontinência funcional: Uma deterioração física ou mental impede que você chegue a tempo ao banheiro. Por exemplo, se você tem artrite severa, pode não conseguir desabotoar as calças com rapidez suficiente.
  • Incontinência mista: Você tem mais de um tipo de incontinência urinária.

Quais as causas da Incontinência Urinária?

A incontinência urinária não é uma doença, mas um sintoma. Ela pode ser causada por certos hábitos diários, doenças subjacentes ou problemas físicos. Uma avaliação completa por seu médico pode ajudar a determinar o que está causando sua incontinência.

Certos alimentos, bebidas e medicamentos podem atuar como diuréticos (estimulam a bexiga e aumentam o volume da urina). Alguns deles são:

  • Álcool
  • Cafeína
  • Refrigerantes e água mineral com gás
  • Adoçantes artificiais
  • Chocolate
  • Pimentas
  • Alimentos ricos em especiarias, açúcar ou ácido, especialmente frutas cítricas
  • Medicamentos para pressão arterial e para o coração, sedativos e relaxantes musculares
  • Grandes doses de vitamina C

A incontinência urinária também pode ser causada por uma condição facilmente tratável, por exemplo:

  • Infecção urinária: As infecções podem irritar a bexiga, causar uma forte vontade de urinar e, às vezes, incontinência.
  • Prisão de ventre: O reto está localizado próximo à bexiga e compartilha muitos nervos. Fezes duras e compactadas no reto fazem com que esses nervos se tornem excessivamente ativos e aumenta a frequência urinária.

Conheça mais causas da incontinência urinária

Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

Fatores de risco

Os fatores que aumentam o risco de incontinência urinária incluem:

  • Sexo: As mulheres têm maior probabilidade de sofrer incontinência de esforço. Entretanto, os homens com problemas de próstata apresentam alto risco de incontinência de urgência e transbordamento.
  • Idade Conforme você envelhece, os músculos da bexiga e da uretra perdem força.
  • Estar acima do peso: O excesso de peso aumenta a pressão sobre a bexiga e os músculos ao redor, enfraquecendo-os e causando escape de urina ao tossir ou espirrar.
  • Fumar: O consumo de tabaco pode aumentar o risco de incontinência urinária.
  • Histórico familiar: Se um parente próximo tem incontinência urinária, especialmente incontinência de urgência, você corre um risco maior de contrair a doença.
  • Outras doenças: Doenças neurológicas ou diabetes podem aumentar o risco de incontinência.

Como prevenir a incontinência urinária?

A incontinência urinária nem sempre pode ser evitada. Entretanto, para diminuir o risco, pode ser útil:

  • Manter um peso saudável
  • Praticar exercícios para o assoalho pélvico
  • Evitar alimentos que irritam a bexiga, como cafeína, álcool e alimentos ácidos.
  • Comer mais fibras, o que pode prevenir a constipação, uma das causas da incontinência urinária.
  • Não fume ou procure ajuda para parar de fumar

Quais os tratamentos para Incontinência Urinária?

O tratamento da incontinência urinária depende do tipo, da gravidade e da causa subjacente. Provavelmente, será necessária uma combinação de tratamentos. Se a doença pré-existente estiver causando os sintomas, o médico tratará essa doença primeiro.

Seu médico provavelmente irá sugerir tratamentos menos invasivos no início e passar para outras opções apenas se essas técnicas falharem.

Exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico

Seu médico pode recomendar que você faça esses exercícios com frequência para fortalecer os músculos que ajudam a controlar a micção. Esses exercícios, também conhecidos como "exercícios de Kegel", são especialmente eficazes no tratamento da incontinência de esforço, mas também podem ser úteis no tratamento da incontinência.

Medicamentos

Os medicamentos comumente utilizados para tratar a incontinência são:

  • Anticolinérgicos.
  • Mirabegrona (Myrbetric)
  • Bloqueadores alfa

Cirurgia

Se outros tratamentos não funcionarem, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem tratar os problemas causados pela incontinência urinária.

Esfíncter urinário artificial

Nos homens, um pequeno anel cheio de líquido é implantado ao redor do colo da bexiga para manter o esfíncter urinário fechado até que você esteja pronto para urinar. Para urinar, você pressiona uma válvula implantada sob a pele do escroto, o que faz com que o anel esvazie e permita que a urina flua para fora da bexiga.

Quer saber mais sobre incontinência urinária?

Para entender a extensão da situação, assista a essa websérie. Fernando tem 53 anos, é casado com a Tereza e tem dois filhos. Ele está lidando com a incontinência urinária após o câncer de próstata. Essa é a história de milhares de homens que convivem com a incontinência urinária todos os dias. E com o apoio da família e de uma boa orientação médica, Fernando vai conseguir superar o desafio.

Descubra a jornada do paciente em quatro episódios!

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Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

O Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Aumento da próstata: 4 tratamentos minimamente invasivos eficazes

Saúde Urológica

Aumento da próstata: 4 tratamentos modernos e minimamente invasivos

Conheça as alternativas para a cirurgia aberta no tratamento da hiperplasia prostática benigna

 

Conhecida popularmente como “próstata aumentada”, a hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma condição que pode causar desconforto e problemas como dificuldade para urinar, infecções e cálculos renais. Porém, isso não é motivo para pânico, já que há diversos tipos de tratamentos, incluindo os minimamente invasivos. 

Os exames de detecção precoce do câncer de próstata, como dosagem de PSA e toque retal, permitem identificar o surgimento da HPB, facilitando seu diagnóstico. O histórico familiar também deve ser levado em conta, bem como obesidade e condições crônicas, como diabetes e doenças cardíacas. 

A primeira abordagem de tratamento, e também a mais comum, é a medicamentosa. Envolve o uso de alfa-adrenérgicos, que relaxam músculos da próstata e da bexiga e melhoram o fluxo de urina. 

Porém, quando os medicamentos não provocam a resposta esperada ou causam efeitos adversos, pode ser o caso de uma cirurgia. “Próstata” e “cirurgia” são duas palavras que assombram o imaginário masculino quando aparecem na mesma frase, mas há técnicas minimamente invasivas que não apenas afastam consideravelmente os riscos de impotência sexual ou incontinência urinária, como também devolvem ao paciente sua qualidade de vida. 

Na verdade, essas técnicas podem até mesmo trazer benefícios à vida sexual, já que um estudo recente demonstrou que 86% dos homens que passam pelo procedimento relatam satisfação sexual igual ou melhorada após procedimentos do tipo.

Conheça agora as principais técnicas minimamente invasivas para tratamento da hiperplasia prostática benigna.

Terapia a laser

É uma das técnicas mais eficazes. “Ela pode ser aplicada em virtualmente todos os pacientes que têm indicação de tratamento cirúrgico da hiperplasia prostática, desde que tenham condições de saúde que permitam que sejam anestesiados”, explica o urologista Daniel de Morais Perpetuo, Chefe do Setor de Cirurgia Minimamente Invasiva do Hospital Federal dos Servidores do Estado – RJ.

O procedimento é relativamente simples:  o laser aquece e vaporiza rapidamente o tecido que bloqueia a próstata, restaurando o fluxo natural de urina sem efeitos adversos. O paciente geralmente volta para casa no mesmo dia em que o procedimento é realizado. Em poucos casos, é recomendada a internação por uma noite. “Como é uma cirurgia com controle muito eficaz do sangramento, pode inclusive ser feita em pacientes que usam anticoagulantes ou com distúrbios de coagulação”, afirma o urologista.

Enucleação prostática

Indicada quando o volume prostático do paciente é elevado. Em alguns casos, pode até mesmo substituir a indicação por uma cirurgia aberta, mas é realizada apenas em centros especializados.

A enucleação se vale de um aparelho de endoscopia que passa pela uretra e atinge a próstata e a bexiga, usando um laser pulsátil para cortar, vaporizar e coagular os tecidos durante a cirurgia. 

Cirurgia laparoscópica assistida por robótica

O cirurgião opera um robô que permite a visualização dos órgãos em 3D, dando a ele mais precisão e permitindo movimentos mais delicados. São feitos de 3 a 5 cortes de cerca de 0,5cm na região abdominal, por onde são inseridas uma câmera extremamente fina e delicadas pinças cirúrgicas.

As incisões, reconstruções e resseções são feitas pelo cirurgião, que comanda o robô em uma sala separada. É uma técnica com várias salvaguardas e mecanismos de proteção, inclusive contra eventual erro humano, e que oferece um tratamento bastante seguro da HPB.

Terapias ambulatoriais

“As chamadas terapias ambulatoriais têm esse nome por não demandarem  internação e, diferentemente da terapia a laser, não há retirada do tecido prostático”, explica o especialista. Essas terapias ainda estão sob avaliação de durabilidade e da necessidade de realizar um re-tratamento após alguns anos, mas já são oferecidas em alguns centros em caráter experimental.

Entre as terapias do tipo, Perpetuo destaca o Urolift (uma espécie de “grampeamento” da próstata, por meio de pequenos implantes que levantam e fixam a glândula longe da passagem da urina), o Rezum (que injeta vapor em distintos pontos da próstata para reduzir seu tamanho) e o iTind (que insere temporariamente um remodelador prostático no canal da uretra para abrir o canal da próstata).

Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna.

 

ALERTA: A lei restringe a venda desses dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e podem não ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. 

- ALERTA 2: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde.

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Incontinência urinária em atletas: causas, impacto e opções de tratamento

Saúde Urológica

Incontinência Urinária Em Atletas; Especialista Explica

Mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de incontinência que pode interferir na vida de quem pratica esportes de impacto

 

A incontinência urinária atinge cerca de 5% da população brasileira (homens e mulheres) — segundo a Sociedade Brasileira de Urologia - e é conhecida mundialmente como “câncer social”, por causar, na maioria dos casos, constrangimento e isolamento, podendo levar à depressão. No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas apresentam algum tipo de incontinência e muitos não procuram ajuda médica por achar que o problema é normal ou natural da idade ou por acreditar que não há tratamentos efetivos. 

De acordo com o urologista Gustavo Wanderley, especialista de Recife e membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária pode ser agravada pela prática de exercícios de alto impacto, por conta da pressão na bexiga devido ao grande esforço realizado inclusive durante seus treinamentos físicos. Além disso, o impacto causado pela incontinência nos atletas, ultrapassa o aspecto físico e interfere também no psicológico, por conta do constrangimento que um escape de urina possa causar durante as atividades, inclusive podendo interferir no rendimento e até mesmo no abandono das atividades.

Pensando em amenizar o desconforto de atletas - sejam eles profissionais ou não, o especialista traz algumas práticas que podem colaborar com a rotina: 

Mantenha os exames de rotina em dia

Por ser um tema que não fica muito em evidência, principalmente por conta do constrangimento, poucas pessoas costumam fazer os exames de rotina regularmente a partir do primeiro sintoma. Pensando nisso, é importante manter o check up sempre em dia, para monitorar desde o início qualquer problema no esfíncter e no assoalho pélvico. 

Incontinência não é comum em nenhuma idade 

A incontinência urinária não é uma consequência normal da idade, apesar do envelhecimento trazer alterações estruturais na bexiga e no trato urinário que podem favorecer o aparecimento da condição.

O tipo mais comum é a Incontinência Urinária de Esforço (I.U.E.), caracterizada pela perda de urina ao rir, tossir ou em qualquer movimento ou esforço. A I.U.E. atinge exclusivamente mulheres e pode ocorrer por fraqueza do esfíncter e do assoalho pélvico, além de múltiplos partos ou queda do hormônio feminino após a menopausa.

Já nos homens, as principais causas de perda urinária são a deficiência esfincteriana após a prostatectomia radical (perda de urina após cirurgia para tratamento do câncer de próstata) e a bexiga hiperativa (contrações involuntárias de forte intensidade da bexiga que levam a escapes de urina). 

Procure uma solução definitiva 

Engana-se quem acredita que a condição não tem cura. Nas mulheres, nos casos mais simples, é possível fazer fisioterapia para ativar a musculatura, entre outros tratamentos. Nos casos moderados a graves, há um procedimento cirúrgico para aplicação de slings, malhas que sustentam a uretra.  

Já para tratar a incontinência em homens, existem tratamentos eficazes que permitem a volta do funcionamento do esfíncter. “Nos pacientes mais complexos, como homens que perdem o funcionamento do esfíncter após a prostatectomia radical, é possível substituir o esfíncter com uma cirurgia, utilizando um esfíncter artificial, tecnologia disponível e acessível no Brasil”. Para casos mais leves, ainda existem os slings masculinos, que também trazem excelentes resultados a longo prazo, finaliza o especialista.

Agora que você se informou sobre Incontinência urinária em atletas, aproveite para saber mais sobre essa condição e quais tipos de tratamentos existentes.

A ciência do vapor: tratando a HPB de forma segura, eficiente e eficaz

Saúde Urológica

Ciência do Vapor: tratamento seguro para a HPB

Nem só de tremores se faz um diagnóstico preciso da doença. Outros sinais podem ser até mais importantes. Saiba identificá-los e converse com seu médico

 

Dr. Neal Shore realizou mais de 250 ensaios clínicos para condições e tratamentos urológicos. Ele atua como Diretor Nacional de Pesquisa em Urologia para Urologia do Século XXI, é membro do Comitê de Dados da Associação Urológica Americana, da Força-Tarefa SITC para Câncer de Próstata, do Bladder Cancer Advocacy Think Tank e faz parte dos conselhos editoriais de várias publicações de urologia. Ele é membro do Colégio Americano de Cirurgiões e é certificado pelo Conselho Americano de Urologia.

Neste artigo, Dr. Shore compartilha seu conhecimento e experiência com a Terapia de Vapor de Água Rezūm™, a ciência por trás da terapia a vapor e como esse tratamento alivia os sintomas causados por um aumento da próstata ou hiperplasia prostática benigna (HPB).

Conheça a Terapia Rezūm

Um estudo clínico apoia que a Terapia Rezūm é um tratamento eficiente, seguro e que pode ser realizado em consultório para a HBP. 1 A Terapia Rezūm fornece uma distribuição uniforme de calor à próstata na forma de vapor de água que resulta em morte celular imediata, mas não carboniza o tecido, e as lesões ficam contidas na zona de tratamento alvo sem comprometer as estruturas ao redor.2,3

Com o tempo, a resposta de cicatrização natural do corpo remove o tecido tratado, resultando em uma diminuição no tamanho da próstata. Um ensaio clínico mostrou melhora significativa nos sintomas da HBP ao longo de cinco anos e apenas 4,4% dos pacientes tratados com a Terapia Rezūm no ensaio precisaram de um segundo tratamento cirúrgico para tratar seus sintomas de HBP.1 O mesmo estudo clínico também não mostrou novos casos relatados de disfunção erétil (DE) para pacientes que receberam a Terapia Rezūm.1

Como Funciona

O Sistema Rezūm fornece vapor ao tecido da próstata em durante 9 segundos. A transferência de energia é uniforme, o que aumenta a previsibilidade do procedimento. 2

No procedimento da Terapia Rezūm, quando o vapor entra em contato com o tecido da próstata, ele se condensa em água e libera a energia armazenada. Esta é uma maneira eficiente de transferir energia dentro do corpo pois o vapor se distribui no tecido da próstata em questão de segundos. 2

O vapor chega à próstata a uma temperatura de cerca de 103°C; ele não rompe o tecido. Em vez disso, o vapor viaja através dos espaços celulares até atingir um limite, como uma membrana. Ao chegar à membrana, o vapor se condensa dentro dos espaços celulares de volta à água, liberando a energia armazenada, elevando a temperatura do tecido para aproximadamente 70°C-80°C, o que leva à morte celular imediata.4,5

Após a morte celular, os processos naturais do corpo entram em jogo. A inflamação ocorre e o sistema inflamatório do corpo envia células que atuam como catalizadores para a área tratada da próstata.6 O corpo, com a ajuda das células catalizadoras, reabsorve o tecido morto ao longo do tempo e o volume da próstata é reduzido.7

O número de injeções de 9 segundos necessárias para concluir um procedimento Rezūm depende do tamanho e da anatomia da próstata.8 Portanto, o procedimento de Terapia Rezūm pode ser realizado especificamente para a necessidade anatômica de cada paciente. Em média, 4,5 injeções foram usadas para tratar homens no ensaio clínico da Terapia Rezūm, e o tempo médio do procedimento no ensaio foi inferior a 10 minutos. 1

Eficácia

Os dados de cinco anos do estudo clínico Rezūm mostraram a durabilidade da Terapia Rezūm. O retratamento cirúrgico foi baixo – apenas 4,4% dos pacientes precisaram de outro procedimento cirúrgico para a HBP, e 11,1% precisaram de medicamentos para o controle dos sintomas da HBP após o tratamento com a Terapia Rezūm, este são dados de 5 anos de acompanhamento. 1

Segurança

Os efeitos colaterais mais comuns que os pacientes experimentam com a Terapia Rezūm são leves a moderados, duram apenas um curto período e normalmente desaparecem dentro de algumas semanas*. Estes incluem micção dolorosa ou frequente, sangue na urina ou sêmen, diminuição do volume ejaculatório, infecção do trato urinário, incapacidade de urinar ou esvaziar completamente a bexiga e uma necessidade urgente de urinar*. No ensaio clínico da Terapia Rezūm não houve relatos de novos casos de disfunção erétil (DE) durante a duração do estudo (cinco anos).1

Conclusão

Estudos clínicos mostram que a Terapia Rezūm alivia os sintomas da HBP de forma segura e eficaz. O vapor é eficiente, precisando de apenas 9 segundos por injeção e resultando em morte celular imediata. Depois que o sistema imunológico limpa a área de células mortas, o volume da próstata encolhe.

A Terapia Rezūm demonstrou melhora significativa nos sintomas da HBP. Essas melhorias foram sustentadas através de um acompanhamento de cinco anos, com uma taxa de retratamento cirúrgico de apenas 4,4% para o retorno dos sintomas de HBP. 1

Quer saber mais sobre HPB e a Terapia Rezūm? Acesse nossa página e entenda como esse tratamento minimamente invasivo pode aliviar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida!

Você também pode fazer nosso teste para entender a gravidade dos possíveis sintomas da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB).

*As respostas dos pacientes podem e podem variar.

Todos os tratamentos apresentam riscos inerentes e associados. O Sistema Rezūm oferece alívio de sintomas e obstruções, além de reduzir o tecido da próstata associado à HPB. É indicado para homens com 50 anos ou mais e com um volume da próstata entre 30 e 80 cm3. O Sistema Rezūm também é indicado para o tratamento da próstata com hiperplasia da zona central e/ou lobo médio. Os riscos potenciais incluem, sem limitação, micção dolorosa (disúria), sangue na urina (hematúria), sangue no sêmen (hematospermia), diminuição do volume ejaculatório, suspeita de infecção do trato urinário (ITU) e aumento da frequência, retenção ou urgência urinária. Antes de prosseguir com qualquer opção de tratamento, é importante conversar com seu médico sobre os benefícios e riscos.

 

CUIDADO: A lei restringe a venda destes dispositivos a ser realizada por um médico ou mediante a prescrição de um médico. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas no rótulo do produto fornecido com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos apresentados apenas com fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em determinados países. Este material não é destinado ao uso na França. Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz qualquer representação sobre os benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que consulte o seu médico em todos os assuntos relacionados com a sua saúde. Copyright © 2023 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Neal D. Shore, MD, é um consultor da Boston Scientific e foi compensado por sua contribuição para este artigo. Todas as imagens são de propriedade da Boston Scientific. Todas as marcas registradas são de propriedade de seus respectivos proprietários. Rezum.com é um site patrocinado pela Boston Scientific.

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Como é feito o diagnóstico do câncer de próstata?

O exame de toque retal e o PSA são os primeiros exames realizados para identificar alguma alteração na próstata. No de toque, feito no consultório, o médico introduz o dedo (com uma luva específica para isso) no reto do paciente a fim de alcançar a glândula e palpar suas regiões posterior e lateral. O objetivo é avaliar o tamanho, a textura e a forma da próstata.

Já o PSA é um exame laboratorial indicado para medir o antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês). Quando os resultados dessas avaliações (ou mesmo de apenas uma delas) estão alterados, é recomendado fazer uma biópsia. Apenas com a análise das células retiradas da próstata se terá certeza de que há ou não um câncer instalado ali.

Dependendo do resultado da biópsia, alguns especialistas ainda recomendam uma investigação mais abrangente para conferir se há células cancerígenas em outros órgãos: com a tomografia computadorizada é possível checar se linfonodos ou tecidos próximos da próstata estão contaminados; a ressonância magnética permite investigar se há nódulos suspeitos; e a cintilografia óssea verifica a presença de metástase óssea, já que a doença costuma se espalhar primeiro para os ossos.

Adotar uma abordagem individualizada é fundamental para tratar o câncer de próstata. Com base nos dados dos exames, o médico define os próximos passos, considerando o estágio da doença e fatores como a presença de tumores de baixo risco ou mais agressivos, se o paciente tem expectativa de vida maior do que 10 anos e se ele é negro – sim, o câncer de próstata tem uma incidência duas a três vezes maior nessa parcela da população masculina 4 . Acredita-se que isso ocorre por causa de fatores genéticos e os casos costumam ser mais graves.

Estudos recentes indicam que homens com tumores de baixo risco podem dispensar tratamentos mais robustos. Avaliações periódicas, com exame de toque retal, dosagem de PSA e ressonância magnética da região da pelve ou biópsia prostática em intervalos variados (determinados pelo urologista), podem ser suficientes para o cuidado da doença.

Sobrepeso, obesidade, tabagismo e histórico de câncer na família são fatores que podem aumentar o risco de câncer de próstata. Entretanto, estudos indicam que a idade é uma das grandes vilãs: no Brasil, os homens mais velhos, com mais de 55 anos, têm sido os mais acometidos pelo câncer de próstata; no mundo, 75% dos diagnósticos ocorrem a partir dos 65 anos3.

Dificuldade para urinar, diminuição do jato de urina, presença de sangue na urina, demora para começar e terminar de urinar, incontinência urinária e necessidade de ir ao banheiro mais vezes do que o comum durante o dia e mais frequentemente à noite podem ser sintomas de câncer de próstata. Apesar de serem sinais que acendem um alerta vermelho para a enfermidade, nem sempre são certeiros. Eles também podem indicar outras doenças, como a prostatite (inflamação da glândula causada por bactérias) e a hiperplasia benigna da próstata. Por isso, o acompanhamento com o urologista é indispensável. Ele é o especialista responsável por fazer um diagnóstico preciso, considerando o histórico clínico do paciente e exames específicos.

O exame de toque retal e o PSA são os primeiros exames realizados para identificar alguma alteração na próstata. No de toque, feito no consultório, o médico introduz o dedo (com uma luva específica para isso) no reto do paciente a fim de alcançar a glândula e palpar suas regiões posterior e lateral. O objetivo é avaliar o tamanho, a textura e a forma da próstata.

Já o PSA é um exame laboratorial indicado para medir o antígeno prostático específico (PSA, na sigla em inglês). Quando os resultados dessas avaliações (ou mesmo de apenas uma delas) estão alterados, é recomendado fazer uma biópsia. Apenas com a análise das células retiradas da próstata se terá certeza de que há ou não um câncer instalado ali.

Dependendo do resultado da biópsia, alguns especialistas ainda recomendam uma investigação mais abrangente para conferir se há células cancerígenas em outros órgãos: com a tomografia computadorizada é possível checar se linfonodos ou tecidos próximos da próstata estão contaminados; a ressonância magnética permite investigar se há nódulos suspeitos; e a cintilografia óssea verifica a presença de metástase óssea, já que a doença costuma se espalhar primeiro para os ossos.

Adotar uma abordagem individualizada é fundamental para tratar o câncer de próstata. Com base nos dados dos exames, o médico define os próximos passos, considerando o estágio da doença e fatores como a presença de tumores de baixo risco ou mais agressivos, se o paciente tem expectativa de vida maior do que 10 anos e se ele é negro – sim, o câncer de próstata tem uma incidência duas a três vezes maior nessa parcela da população masculina 4 . Acredita-se que isso ocorre por causa de fatores genéticos e os casos costumam ser mais graves.

Estudos recentes indicam que homens com tumores de baixo risco podem dispensar tratamentos mais robustos. Avaliações periódicas, com exame de toque retal, dosagem de PSA e ressonância magnética da região da pelve ou biópsia prostática em intervalos variados (determinados pelo urologista), podem ser suficientes para o cuidado da doença.

Já os homens diagnosticados com tumores que podem progredir, classificados como moderados ou de alto risco, devem receber tratamento mais incisivo. É recomendada a prostatectomia radical, ou seja, a retirada da próstata e das vesículas seminais. Dependendo do caso, ainda podem ser necessárias sessões de radioterapia.

Ainda há a opção da hormonioterapia. O objetivo desse tratamento é reduzir o nível dos hormônios masculinos no corpo, já que eles estimulam o crescimento das células cancerígenas da próstata. Entretanto, a indicação desse tratamento é para situações específicas:

antes das sessões de radioterapia, para tentar reduzir o tamanho do tumor e tornar o tratamento mais eficiente. no tratamento inicial, combinado com a radioterapia, em pacientes com alto risco de recidiva após o tratamento.

quando o paciente não pode se submeter à cirurgia ou à radioterapia. quando há metástase e sabe-se que a cirurgia e a radioterapia não serão eficazes. quando o câncer não foi totalmente retirado ou reincidiu depois da operação ou da radioterapia.

O câncer de próstata é uma doença cercada de tabus, desde o momento do exame do toque retal até o pós-operatório. Vale lembrar que o exame é rápido, indolor e necessário. Já o pós-operatório pode ser mesmo desconfortável: incontinência urinária e disfunção erétil são comuns nessa fase, mas temporárias.

E dobrar a atenção com o tratamento é obrigatório: o câncer, não importa a região em que esteja localizado, é uma doença séria. Por isso, exige um acompanhamento especializado e tratamentos alternativos com chás, óleos e pílulas não são indicados para esse tipo de enfermidade. Siga estritamente as recomendações médicas.

Segundo as recomendações da Sociedade Brasileira de Urologia e a de Oncologia, nos dois primeiros anos após o tratamento (radioterapia ou cirurgia), o ideal é realizar o exame de PSA a cada três a quatro meses; a cada seis meses no terceiro ano; e uma vez por ano depois desse período. E a regra de ouro para a manutenção da saúde vale aqui também: praticar exercícios físicos regularmente, optar por uma alimentação saudável, controlar o estresse, evitar álcool em excesso e cuidar do bem-estar emocional são atitudes que contam pontos positivos em qualquer tratamento.

Já os homens diagnosticados com tumores que podem progredir, classificados como moderados ou de alto risco, devem receber tratamento mais incisivo. É recomendada a prostatectomia radical, ou seja, a retirada da próstata e das vesículas seminais. Dependendo do caso, ainda podem ser necessárias sessões de radioterapia.

Ainda há a opção da hormonioterapia. O objetivo desse tratamento é reduzir o nível dos hormônios masculinos no corpo, já que eles estimulam o crescimento das células cancerígenas da próstata. Entretanto, a indicação desse tratamento é para situações específicas:

antes das sessões de radioterapia, para tentar reduzir o tamanho do tumor e tornar o tratamento mais eficiente. no tratamento inicial, combinado com a radioterapia, em pacientes com alto risco de recidiva após o tratamento.

quando o paciente não pode se submeter à cirurgia ou à radioterapia. quando há metástase e sabe-se que a cirurgia e a radioterapia não serão eficazes. quando o câncer não foi totalmente retirado ou reincidiu depois da operação ou da radioterapia.

Quais são os principais tabus e mitos sobre o câncer de próstata?

O câncer de próstata é uma doença cercada de tabus, desde o momento do exame do toque retal até o pós-operatório. Vale lembrar que o exame é rápido, indolor e necessário. Já o pós-operatório pode ser mesmo desconfortável: incontinência urinária e disfunção erétil são comuns nessa fase, mas temporárias.

E dobrar a atenção com o tratamento é obrigatório: o câncer, não importa a região em que esteja localizado, é uma doença séria. Por isso, exige um acompanhamento especializado e tratamentos alternativos com chás, óleos e pílulas não são indicados para esse tipo de enfermidade. Siga estritamente as recomendações médicas.

Segundo as recomendações da Sociedade Brasileira de Urologia e a de Oncologia, nos dois primeiros anos após o tratamento (radioterapia ou cirurgia), o ideal é realizar o exame de PSA a cada três a quatro meses; a cada seis meses no terceiro ano; e uma vez por ano depois desse período. E a regra de ouro para a manutenção da saúde vale aqui também: praticar exercícios físicos regularmente, optar por uma alimentação saudável, controlar o estresse, evitar álcool em excesso e cuidar do bem-estar emocional são atitudes que contam pontos positivos em qualquer tratamento.

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Incontinência urinária masculina: causas, sintomas e como tratar

Descubra o que é incontinência urinária, os sintomas, os fatores de risco e os tratamentos

A incontinência masculina pode ser solucionada.

Uma condição que limita a vida de quem a possui, ao não permitir que a levem com regularidade.

O que é Incontinência Urinária?

A incontinência urinária - perda involuntária de urina - é um problema comum e frequentemente embaraçoso. A intensidade varia de perder urina ocasionalmente ao tossir ou espirrar, a ter uma vontade tão repentina e forte de urinar que você não consegue chegar ao banheiro a tempo.

Embora ocorra com mais frequência com o envelhecimento, a incontinência urinária não é uma consequência inevitável do envelhecimento.

Se a incontinência urinária afetar suas atividades diárias, não hesite em consultar o seu médico. Para a maioria das pessoas, algumas mudanças simples no estilo de vida ou um tratamento médico podem aliviar o desconforto ou interromper a incontinência urinária.

Quais os sintomas da Incontinência Urinária?

Muitas pessoas apresentam pequenos escapes ocasionais de urina. Outros podem ter escapes leves a moderados com mais frequência.

Os tipos de incontinência urinária incluem:

  • Incontinência de esforço: A urina vaza quando você pressiona a bexiga ao tossir, espirrar, rir, fazer exercícios ou levantar algo pesado.
  • Incontinência de urgência: Você sente uma necessidade repentina e intensa de urinar, seguida por um escape involuntário de urina.
  • Incontinência de transbordamento: Você tem gotejamento frequente ou constante de urina porque a bexiga não esvazia completamente.
  • Incontinência funcional: Uma deterioração física ou mental impede que você chegue a tempo ao banheiro. Por exemplo, se você tem artrite severa, pode não conseguir desabotoar as calças com rapidez suficiente.
  • Incontinência mista: Você tem mais de um tipo de incontinência urinária.

Quais as causas da Incontinência Urinária?

A incontinência urinária não é uma doença, mas um sintoma. Ela pode ser causada por certos hábitos diários, doenças subjacentes ou problemas físicos. Uma avaliação completa por seu médico pode ajudar a determinar o que está causando sua incontinência.

Certos alimentos, bebidas e medicamentos podem atuar como diuréticos (estimulam a bexiga e aumentam o volume da urina). Alguns deles são:

  • Álcool
  • Cafeína
  • Refrigerantes e água mineral com gás
  • Adoçantes artificiais
  • Chocolate
  • Pimentas
  • Alimentos ricos em especiarias, açúcar ou ácido, especialmente frutas cítricas
  • Medicamentos para pressão arterial e para o coração, sedativos e relaxantes musculares
  • Grandes doses de vitamina C

A incontinência urinária também pode ser causada por uma condição facilmente tratável, por exemplo:

  • Infecção urinária: As infecções podem irritar a bexiga, causar uma forte vontade de urinar e, às vezes, incontinência.
  • Prisão de ventre: O reto está localizado próximo à bexiga e compartilha muitos nervos. Fezes duras e compactadas no reto fazem com que esses nervos se tornem excessivamente ativos e aumenta a frequência urinária.

Conheça mais causas da incontinência urinária

Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

Fatores de risco

Os fatores que aumentam o risco de incontinência urinária incluem:

  • Sexo: As mulheres têm maior probabilidade de sofrer incontinência de esforço. Entretanto, os homens com problemas de próstata apresentam alto risco de incontinência de urgência e transbordamento.
  • Idade Conforme você envelhece, os músculos da bexiga e da uretra perdem força.
  • Estar acima do peso: O excesso de peso aumenta a pressão sobre a bexiga e os músculos ao redor, enfraquecendo-os e causando escape de urina ao tossir ou espirrar.
  • Fumar: O consumo de tabaco pode aumentar o risco de incontinência urinária.
  • Histórico familiar: Se um parente próximo tem incontinência urinária, especialmente incontinência de urgência, você corre um risco maior de contrair a doença.
  • Outras doenças: Doenças neurológicas ou diabetes podem aumentar o risco de incontinência.

Como prevenir a incontinência urinária?

A incontinência urinária nem sempre pode ser evitada. Entretanto, para diminuir o risco, pode ser útil:

  • Manter um peso saudável
  • Praticar exercícios para o assoalho pélvico
  • Evitar alimentos que irritam a bexiga, como cafeína, álcool e alimentos ácidos.
  • Comer mais fibras, o que pode prevenir a constipação, uma das causas da incontinência urinária.
  • Não fume ou procure ajuda para parar de fumar

Quais os tratamentos para Incontinência Urinária?

O tratamento da incontinência urinária depende do tipo, da gravidade e da causa subjacente. Provavelmente, será necessária uma combinação de tratamentos. Se a doença pré-existente estiver causando os sintomas, o médico tratará essa doença primeiro.

Seu médico provavelmente irá sugerir tratamentos menos invasivos no início e passar para outras opções apenas se essas técnicas falharem.

Exercícios para fortalecer os músculos do assoalho pélvico

Seu médico pode recomendar que você faça esses exercícios com frequência para fortalecer os músculos que ajudam a controlar a micção. Esses exercícios, também conhecidos como "exercícios de Kegel", são especialmente eficazes no tratamento da incontinência de esforço, mas também podem ser úteis no tratamento da incontinência.

Medicamentos

Os medicamentos comumente utilizados para tratar a incontinência são:

  • Anticolinérgicos.
  • Mirabegrona (Myrbetric)
  • Bloqueadores alfa

Cirurgia

Se outros tratamentos não funcionarem, existem vários procedimentos cirúrgicos que podem tratar os problemas causados pela incontinência urinária.

Esfíncter urinário artificial

Nos homens, um pequeno anel cheio de líquido é implantado ao redor do colo da bexiga para manter o esfíncter urinário fechado até que você esteja pronto para urinar. Para urinar, você pressiona uma válvula implantada sob a pele do escroto, o que faz com que o anel esvazie e permita que a urina flua para fora da bexiga.

Quer saber mais sobre incontinência urinária?

Para entender a extensão da situação, assista a essa websérie. Fernando tem 53 anos, é casado com a Tereza e tem dois filhos. Ele está lidando com a incontinência urinária após o câncer de próstata. Essa é a história de milhares de homens que convivem com a incontinência urinária todos os dias. E com o apoio da família e de uma boa orientação médica, Fernando vai conseguir superar o desafio.

Descubra a jornada do paciente em quatro episódios!

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Quer saber mais sobre essa condição clínica? Acesse nossa página sobre incontinência urinária.

Saiba mais sobre o Saber da Saúde

O Saber da Saúde é uma iniciativa da Boston ScientificTM com o objetivo de disseminar conhecimento científico sobre saúde para o maior número de brasileiros possível.

A desinformação não pode ser um obstáculo para o acesso à saúde. Acreditamos que com informação confiável, pacientes e redes de apoio podem tomar decisões com mais agilidade, obtendo diagnósticos mais cedo e buscando tratamentos cada vez mais eficazes, oferecendo suporte mais adequado para as condições de cada paciente.

Aumento da próstata: 4 tratamentos minimamente invasivos eficazes

Saúde Urológica

Aumento da próstata: 4 tratamentos modernos e minimamente invasivos

Conheça as alternativas para a cirurgia aberta no tratamento da hiperplasia prostática benigna

 

Conhecida popularmente como “próstata aumentada”, a hiperplasia prostática benigna (HPB) é uma condição que pode causar desconforto e problemas como dificuldade para urinar, infecções e cálculos renais. Porém, isso não é motivo para pânico, já que há diversos tipos de tratamentos, incluindo os minimamente invasivos. 

Os exames de detecção precoce do câncer de próstata, como dosagem de PSA e toque retal, permitem identificar o surgimento da HPB, facilitando seu diagnóstico. O histórico familiar também deve ser levado em conta, bem como obesidade e condições crônicas, como diabetes e doenças cardíacas. 

A primeira abordagem de tratamento, e também a mais comum, é a medicamentosa. Envolve o uso de alfa-adrenérgicos, que relaxam músculos da próstata e da bexiga e melhoram o fluxo de urina. 

Porém, quando os medicamentos não provocam a resposta esperada ou causam efeitos adversos, pode ser o caso de uma cirurgia. “Próstata” e “cirurgia” são duas palavras que assombram o imaginário masculino quando aparecem na mesma frase, mas há técnicas minimamente invasivas que não apenas afastam consideravelmente os riscos de impotência sexual ou incontinência urinária, como também devolvem ao paciente sua qualidade de vida. 

Na verdade, essas técnicas podem até mesmo trazer benefícios à vida sexual, já que um estudo recente demonstrou que 86% dos homens que passam pelo procedimento relatam satisfação sexual igual ou melhorada após procedimentos do tipo.

Conheça agora as principais técnicas minimamente invasivas para tratamento da hiperplasia prostática benigna.

Terapia a laser

É uma das técnicas mais eficazes. “Ela pode ser aplicada em virtualmente todos os pacientes que têm indicação de tratamento cirúrgico da hiperplasia prostática, desde que tenham condições de saúde que permitam que sejam anestesiados”, explica o urologista Daniel de Morais Perpetuo, Chefe do Setor de Cirurgia Minimamente Invasiva do Hospital Federal dos Servidores do Estado – RJ.

O procedimento é relativamente simples:  o laser aquece e vaporiza rapidamente o tecido que bloqueia a próstata, restaurando o fluxo natural de urina sem efeitos adversos. O paciente geralmente volta para casa no mesmo dia em que o procedimento é realizado. Em poucos casos, é recomendada a internação por uma noite. “Como é uma cirurgia com controle muito eficaz do sangramento, pode inclusive ser feita em pacientes que usam anticoagulantes ou com distúrbios de coagulação”, afirma o urologista.

Enucleação prostática

Indicada quando o volume prostático do paciente é elevado. Em alguns casos, pode até mesmo substituir a indicação por uma cirurgia aberta, mas é realizada apenas em centros especializados.

A enucleação se vale de um aparelho de endoscopia que passa pela uretra e atinge a próstata e a bexiga, usando um laser pulsátil para cortar, vaporizar e coagular os tecidos durante a cirurgia. 

Cirurgia laparoscópica assistida por robótica

O cirurgião opera um robô que permite a visualização dos órgãos em 3D, dando a ele mais precisão e permitindo movimentos mais delicados. São feitos de 3 a 5 cortes de cerca de 0,5cm na região abdominal, por onde são inseridas uma câmera extremamente fina e delicadas pinças cirúrgicas.

As incisões, reconstruções e resseções são feitas pelo cirurgião, que comanda o robô em uma sala separada. É uma técnica com várias salvaguardas e mecanismos de proteção, inclusive contra eventual erro humano, e que oferece um tratamento bastante seguro da HPB.

Terapias ambulatoriais

“As chamadas terapias ambulatoriais têm esse nome por não demandarem  internação e, diferentemente da terapia a laser, não há retirada do tecido prostático”, explica o especialista. Essas terapias ainda estão sob avaliação de durabilidade e da necessidade de realizar um re-tratamento após alguns anos, mas já são oferecidas em alguns centros em caráter experimental.

Entre as terapias do tipo, Perpetuo destaca o Urolift (uma espécie de “grampeamento” da próstata, por meio de pequenos implantes que levantam e fixam a glândula longe da passagem da urina), o Rezum (que injeta vapor em distintos pontos da próstata para reduzir seu tamanho) e o iTind (que insere temporariamente um remodelador prostático no canal da uretra para abrir o canal da próstata).

Quer entender os sintomas e causas da HPB? Navegue pelo nosso site e descubra como identificar os sinais e compreender melhor a hiperplasia prostática benigna.

 

ALERTA: A lei restringe a venda desses dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e podem não ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. 

- ALERTA 2: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde.

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Incontinência urinária em atletas: causas, impacto e opções de tratamento

Saúde Urológica

Incontinência Urinária Em Atletas; Especialista Explica

Mais de 10 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de incontinência que pode interferir na vida de quem pratica esportes de impacto

 

A incontinência urinária atinge cerca de 5% da população brasileira (homens e mulheres) — segundo a Sociedade Brasileira de Urologia - e é conhecida mundialmente como “câncer social”, por causar, na maioria dos casos, constrangimento e isolamento, podendo levar à depressão. No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas apresentam algum tipo de incontinência e muitos não procuram ajuda médica por achar que o problema é normal ou natural da idade ou por acreditar que não há tratamentos efetivos. 

De acordo com o urologista Gustavo Wanderley, especialista de Recife e membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária pode ser agravada pela prática de exercícios de alto impacto, por conta da pressão na bexiga devido ao grande esforço realizado inclusive durante seus treinamentos físicos. Além disso, o impacto causado pela incontinência nos atletas, ultrapassa o aspecto físico e interfere também no psicológico, por conta do constrangimento que um escape de urina possa causar durante as atividades, inclusive podendo interferir no rendimento e até mesmo no abandono das atividades.

Pensando em amenizar o desconforto de atletas - sejam eles profissionais ou não, o especialista traz algumas práticas que podem colaborar com a rotina: 

Mantenha os exames de rotina em dia

Por ser um tema que não fica muito em evidência, principalmente por conta do constrangimento, poucas pessoas costumam fazer os exames de rotina regularmente a partir do primeiro sintoma. Pensando nisso, é importante manter o check up sempre em dia, para monitorar desde o início qualquer problema no esfíncter e no assoalho pélvico. 

Incontinência não é comum em nenhuma idade 

A incontinência urinária não é uma consequência normal da idade, apesar do envelhecimento trazer alterações estruturais na bexiga e no trato urinário que podem favorecer o aparecimento da condição.

O tipo mais comum é a Incontinência Urinária de Esforço (I.U.E.), caracterizada pela perda de urina ao rir, tossir ou em qualquer movimento ou esforço. A I.U.E. atinge exclusivamente mulheres e pode ocorrer por fraqueza do esfíncter e do assoalho pélvico, além de múltiplos partos ou queda do hormônio feminino após a menopausa.

Já nos homens, as principais causas de perda urinária são a deficiência esfincteriana após a prostatectomia radical (perda de urina após cirurgia para tratamento do câncer de próstata) e a bexiga hiperativa (contrações involuntárias de forte intensidade da bexiga que levam a escapes de urina). 

Procure uma solução definitiva 

Engana-se quem acredita que a condição não tem cura. Nas mulheres, nos casos mais simples, é possível fazer fisioterapia para ativar a musculatura, entre outros tratamentos. Nos casos moderados a graves, há um procedimento cirúrgico para aplicação de slings, malhas que sustentam a uretra.  

Já para tratar a incontinência em homens, existem tratamentos eficazes que permitem a volta do funcionamento do esfíncter. “Nos pacientes mais complexos, como homens que perdem o funcionamento do esfíncter após a prostatectomia radical, é possível substituir o esfíncter com uma cirurgia, utilizando um esfíncter artificial, tecnologia disponível e acessível no Brasil”. Para casos mais leves, ainda existem os slings masculinos, que também trazem excelentes resultados a longo prazo, finaliza o especialista.

Agora que você se informou sobre Incontinência urinária em atletas, aproveite para saber mais sobre essa condição e quais tipos de tratamentos existentes.

A ciência do vapor: tratando a HPB de forma segura, eficiente e eficaz

Saúde Urológica

Ciência do Vapor: tratamento seguro para a HPB

Nem só de tremores se faz um diagnóstico preciso da doença. Outros sinais podem ser até mais importantes. Saiba identificá-los e converse com seu médico

 

Dr. Neal Shore realizou mais de 250 ensaios clínicos para condições e tratamentos urológicos. Ele atua como Diretor Nacional de Pesquisa em Urologia para Urologia do Século XXI, é membro do Comitê de Dados da Associação Urológica Americana, da Força-Tarefa SITC para Câncer de Próstata, do Bladder Cancer Advocacy Think Tank e faz parte dos conselhos editoriais de várias publicações de urologia. Ele é membro do Colégio Americano de Cirurgiões e é certificado pelo Conselho Americano de Urologia.

Neste artigo, Dr. Shore compartilha seu conhecimento e experiência com a Terapia de Vapor de Água Rezūm™, a ciência por trás da terapia a vapor e como esse tratamento alivia os sintomas causados por um aumento da próstata ou hiperplasia prostática benigna (HPB).

Conheça a Terapia Rezūm

Um estudo clínico apoia que a Terapia Rezūm é um tratamento eficiente, seguro e que pode ser realizado em consultório para a HBP. 1 A Terapia Rezūm fornece uma distribuição uniforme de calor à próstata na forma de vapor de água que resulta em morte celular imediata, mas não carboniza o tecido, e as lesões ficam contidas na zona de tratamento alvo sem comprometer as estruturas ao redor.2,3

Com o tempo, a resposta de cicatrização natural do corpo remove o tecido tratado, resultando em uma diminuição no tamanho da próstata. Um ensaio clínico mostrou melhora significativa nos sintomas da HBP ao longo de cinco anos e apenas 4,4% dos pacientes tratados com a Terapia Rezūm no ensaio precisaram de um segundo tratamento cirúrgico para tratar seus sintomas de HBP.1 O mesmo estudo clínico também não mostrou novos casos relatados de disfunção erétil (DE) para pacientes que receberam a Terapia Rezūm.1

Como Funciona

O Sistema Rezūm fornece vapor ao tecido da próstata em durante 9 segundos. A transferência de energia é uniforme, o que aumenta a previsibilidade do procedimento. 2

No procedimento da Terapia Rezūm, quando o vapor entra em contato com o tecido da próstata, ele se condensa em água e libera a energia armazenada. Esta é uma maneira eficiente de transferir energia dentro do corpo pois o vapor se distribui no tecido da próstata em questão de segundos. 2

O vapor chega à próstata a uma temperatura de cerca de 103°C; ele não rompe o tecido. Em vez disso, o vapor viaja através dos espaços celulares até atingir um limite, como uma membrana. Ao chegar à membrana, o vapor se condensa dentro dos espaços celulares de volta à água, liberando a energia armazenada, elevando a temperatura do tecido para aproximadamente 70°C-80°C, o que leva à morte celular imediata.4,5

Após a morte celular, os processos naturais do corpo entram em jogo. A inflamação ocorre e o sistema inflamatório do corpo envia células que atuam como catalizadores para a área tratada da próstata.6 O corpo, com a ajuda das células catalizadoras, reabsorve o tecido morto ao longo do tempo e o volume da próstata é reduzido.7

O número de injeções de 9 segundos necessárias para concluir um procedimento Rezūm depende do tamanho e da anatomia da próstata.8 Portanto, o procedimento de Terapia Rezūm pode ser realizado especificamente para a necessidade anatômica de cada paciente. Em média, 4,5 injeções foram usadas para tratar homens no ensaio clínico da Terapia Rezūm, e o tempo médio do procedimento no ensaio foi inferior a 10 minutos. 1

Eficácia

Os dados de cinco anos do estudo clínico Rezūm mostraram a durabilidade da Terapia Rezūm. O retratamento cirúrgico foi baixo – apenas 4,4% dos pacientes precisaram de outro procedimento cirúrgico para a HBP, e 11,1% precisaram de medicamentos para o controle dos sintomas da HBP após o tratamento com a Terapia Rezūm, este são dados de 5 anos de acompanhamento. 1

Segurança

Os efeitos colaterais mais comuns que os pacientes experimentam com a Terapia Rezūm são leves a moderados, duram apenas um curto período e normalmente desaparecem dentro de algumas semanas*. Estes incluem micção dolorosa ou frequente, sangue na urina ou sêmen, diminuição do volume ejaculatório, infecção do trato urinário, incapacidade de urinar ou esvaziar completamente a bexiga e uma necessidade urgente de urinar*. No ensaio clínico da Terapia Rezūm não houve relatos de novos casos de disfunção erétil (DE) durante a duração do estudo (cinco anos).1

Conclusão

Estudos clínicos mostram que a Terapia Rezūm alivia os sintomas da HBP de forma segura e eficaz. O vapor é eficiente, precisando de apenas 9 segundos por injeção e resultando em morte celular imediata. Depois que o sistema imunológico limpa a área de células mortas, o volume da próstata encolhe.

A Terapia Rezūm demonstrou melhora significativa nos sintomas da HBP. Essas melhorias foram sustentadas através de um acompanhamento de cinco anos, com uma taxa de retratamento cirúrgico de apenas 4,4% para o retorno dos sintomas de HBP. 1

Quer saber mais sobre HPB e a Terapia Rezūm? Acesse nossa página e entenda como esse tratamento minimamente invasivo pode aliviar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida!

Você também pode fazer nosso teste para entender a gravidade dos possíveis sintomas da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB).

*As respostas dos pacientes podem e podem variar.

Todos os tratamentos apresentam riscos inerentes e associados. O Sistema Rezūm oferece alívio de sintomas e obstruções, além de reduzir o tecido da próstata associado à HPB. É indicado para homens com 50 anos ou mais e com um volume da próstata entre 30 e 80 cm3. O Sistema Rezūm também é indicado para o tratamento da próstata com hiperplasia da zona central e/ou lobo médio. Os riscos potenciais incluem, sem limitação, micção dolorosa (disúria), sangue na urina (hematúria), sangue no sêmen (hematospermia), diminuição do volume ejaculatório, suspeita de infecção do trato urinário (ITU) e aumento da frequência, retenção ou urgência urinária. Antes de prosseguir com qualquer opção de tratamento, é importante conversar com seu médico sobre os benefícios e riscos.

 

CUIDADO: A lei restringe a venda destes dispositivos a ser realizada por um médico ou mediante a prescrição de um médico. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas no rótulo do produto fornecido com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos apresentados apenas com fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em determinados países. Este material não é destinado ao uso na França. Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz qualquer representação sobre os benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que consulte o seu médico em todos os assuntos relacionados com a sua saúde. Copyright © 2023 Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Neal D. Shore, MD, é um consultor da Boston Scientific e foi compensado por sua contribuição para este artigo. Todas as imagens são de propriedade da Boston Scientific. Todas as marcas registradas são de propriedade de seus respectivos proprietários. Rezum.com é um site patrocinado pela Boston Scientific.

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