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Insuficiência cardíaca

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A insuficiência cardíaca é uma síndrome complexa, mais comum na população idosa, e exige um diagnóstico atencioso. Por isso, muitas vezes é negligenciada ou confundida com outros males. Conheça mais sobre essa condição clínica, como ela é definida, por que ocorre e os tratamentos disponíveis.

O que é insuficiência cardíaca (IC)?

A insuficiência cardíaca é a incapacidade de o coração bombear o sangue de forma adequada, não atendendo as necessidades do organismo. Popularmente, é conhecida como doença do coração fraco.

O Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca é celebrado em 9 de julho. A cada ano, a data ganha importância porque a síndrome acomete cada vez mais a população: são cerca de 3 milhões de brasileiros diagnosticados com IC. A condição atinge 10% dos idosos com mais de 65 anos e é a terceira causa de internação de pacientes com mais de 60 anos.

Alterações funcionais ou estruturais podem estar por trás da IC. Ela ocorre porque o coração, por alguma razão, se dilata e fica com as paredes finas e esticadas, o que provoca a perda da sua capacidade de se contrair e expulsar adequadamente o sangue do seu interior. Em outros casos, o órgão apresenta as cavidades rígidas e espessas, e por isso não consegue se encher adequadamente.

Segundo Daniella da Motta Costa Dan, cardiologista e presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca Jovem (DEIC Jovem), da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o cenário da doença no Brasil é bastante árduo. A insuficiência cardíaca está relacionada a comorbidades descontroladas, leva a hospitalizações frequentes, tem alta taxa de mortalidade e ainda pode estar associada a doenças pouco cuidadas, como a de Chagas.

A insuficiência cardíaca é classificada de acordo com a fração de ejeção (FEVE), ou seja, a porcentagem de sangue bombeada a cada batimento cardíaco:

  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (sistólica): nesses casos, o coração não se contrai de forma adequada e bombeia menos sangue para o organismo. Com isso, uma maior quantidade de sangue permanece no órgão e pode acumular nos pulmões e nas veias.
  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (diastólica): o coração enrijece e não consegue relaxar depois da contração, o que faz com que ele não se encha plenamente de sangue. Para compensar isso, bombeia uma quantidade de sangue maior do que a normal. E, como acontece na insuficiência cardíaca sistólica, o sangue também pode se acumular nos pulmões e nas veias.

Os especialistas classificam as causas que levam à insuficiência cardíaca em duas: doenças cardíacas e síndromes de outros órgãos que afetam o coração. No primeiro grupo, estão, entre outras causas, infarto do miocárdio, doença arterial coronariana, valvulopatias (doenças que afetam as válvulas cardíacas), miocardite (doenças do miocárdio, outra parte do coração) e alguns distúrbios genéticos.

Entre as causas não-cardíacas, fazem parte da lista a hipertensão arterial, o diabetes e o enrijecimento do coração relacionado ao envelhecimento, entre outras. E quando se fala desse grupo, é necessário ficar atento aos fatores de risco que levam a comorbidades e podem provocar a insuficência cardíaca, como taxas de colesterol alteradas, tabagismo, obesidade, sedentarismo e histórico familiar de doença cardiovascular.

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No entanto, é importante esclarecer que esses anticoagulantes naturais não substituem o tratamento médico, mas ajudam no processo e são uma opção ideal para implementar hábitos de vida saudáveis e não apresentar problemas como diabetes e outras doenças no coração ou no cérebro.

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Alimentos que podem atuar como anticoagulantes naturais

  • Gengibre: Impede a acumulação de sangue, favorecendo sua diluição. A melhor maneira de consumi-lo é ferver a raiz. Você pode adicioná-lo a qualquer refeição ou tomá-lo como uma infusão.
  • Cebola: Recomendamos que você o consuma crua. É considerado como um anticoagulante natural por excelência.
  • Alho: Graças às suas propriedades que reduzem os riscos coronários, é muito benéfico para prevenir a formação de coágulos sanguíneos. Além disso, possui propriedades antioxidantes e ajuda a reduzir o colesterol no sangue. Recomendamos que você o consuma com frequência.
  • Ômega 3: Salmão, atum ou truta são alguns dos peixes mais ricos em Omega 3. Além de ajudar a circulação, são ideais para prevenir a coagulação do sangue.
  • Água: Consumir a quantidade certa de água por dia é necessário para a nossa saúde e ajuda a impedir o espessamento do sangue. Recomendamos que você beba pelo menos oito copos por dia.
  • Vinho Tinto: Uma taça de vinho tinto por dia ajuda a prevenir a coagulação prematura nas pessoas. Também pode ser substituído por uvas, pois tem os mesmos efeitos.
  • Vitamina E: A vitamina E está presente em alimentos como ovos, trigo, amêndoas, abacates e vegetais folhosos escuros. Consuma com frequência, é um anticoagulante muito eficaz.
  • Alimentos ricos em salicilados:como ameixas, cerejas, mirtilos, uvas, morangos, mel, cidra e nozes têm propriedades antibacterianas que bloqueiam as bactérias no intestino que produzem vitamina K.

Veja também: Lista de mercado para pacientes medicados com anticoagulantes orais

Lembre-se de verificar com seu médico antes de ingerir qualquer alimento que funcione como um anticoagulante natural.

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Pé diabético: cuidados diários para prevenir feridas e complicações

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A amputação é o pior desfecho desse quadro e, para evitá-la, é preciso adotar uma rotina diária de cuidados com os pés

 

Se as altas taxas de glicose são a principal causa do desenvolvimento de um quadro de pé diabético, não há jeito melhor para evitar que isso aconteça: é preciso manter o controle metabólico da doença em dia. Mas, além disso, existe uma série de outras ações que a pessoa com diabetes deve fazer para prevenir úlceras e feridas que podem resultar em amputações.

O que fazer para afastar o risco de desenvolver pé diabético

Acompanhe agora as principais formas de as pessoas com diabetes afastarem o risco de desenvolver pé diabético. As dicas são da Roseanne Montargil Rocha, coordenadora do Departamento de Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD):

  • Autoexame nos pés: Comece olhando todos os lados dos dois pés no espelho - não se esqueça da sola do pé - e fique atento ao notar qualquer calo, rachadura, ressecamento ou bolha. Depois, abra os dedos um a um para ver se há alguma micose ou lesão presente. Sempre que notar algo diferente, busque atendimento médico.
  • Higienização correta: Lavar os pés todos os dias é uma das medidas preventivas mais eficientes. Nessa hora, lembre-se de abrir bem os dedos e lavar com água e sabão. Depois, na hora de secar, use uma toalha macia ou até uma fralda de pano, para não machucar. Os pés da pessoa com diabetes devem estar muito bem secos, mas não é recomendado usar secador de cabelos para isso.
  • Faça uma boa hidratação: Pés ressecados são mais propensos a rachaduras e calos, por isso, depois de lavar e secar, use um hidratante em cima dos pés, na sola e no calcanhar. Só não pode passar entre os dedos, pois essa é uma região abafada que pode ficar úmida com o produto e facilitar a formação de micoses.
  • Escolha bem o calçado: Pessoas que já têm uma deformidade nos pés, como unha em garra ou em martelo, por exemplo, precisam escolher um sapato que se ajuste bem ao pé. A parte de cima do calçado precisa ser mais alta e a frente, mais larga para acomodar bem todos os dedos, sem apertar. A sola também não pode dobrar e é preferível usar sapatos fechados e mais rígidos no calcanhar, para uma boa sustentação e menor pressão nos pés. Em dias quentes, opte por modelos papete com fechamento em feltro e nunca chinelos que passam entre os dedos. Lembre-se: o sapato correto deve ser usado mesmo dentro de casa. Evite ficar descalço.
  • Na hora de comprar o sapato: Duas dicas são importantes. A primeira delas é ir à loja no fim de tarde, quando o pé já está mais inchado, para que o calçado não aperte depois. A outra é, ainda em casa, pisar em uma folha sulfite branca e desenhar o contorno do pé. Recorte esse molde e leve-o até a loja. Agora, sempre que gostar de um sapato, coloque o molde dentro dele. Se a folha sair amassada, saberá que o mesmo pode acontecer com o seu pé. Outra medida importante é testar um calçado novo em casa, antes de sair com ele, para evitar calos e bolhas.
  • Corte das unhas: Mantenha as unhas dos pés sempre curtas e em linha reta. As unhas arredondadas nas pontas podem crescer para dentro, levando à infecção1.

E lembre-se sempre da tríade para manter a boa saúde: acompanhamento periódico, prevenção e diagnóstico precoce. Peça para que o médico examine seus pés em todas as consultas.

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ATENÇÃO: A lei restringe a venda destes dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com Os produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e a venda pode não ter sido aprovada em alguns países. Este material não se destina ao uso na França. 2024 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

PI - 1817003 – AA – Saber da Saúde

Covid-19 e disfunção erétil: existe relação?

Saúde Urológica

Covid-19 pode afetar a função erétil? Entenda a possível relação

Estudo da Universidade de Roma mostra correlação entre o problema em pacientes acometidos pelo coronavírus e especialista explica possível relação da Covid-19 com a disfunção erétil.
 

Em dezembro de 2020, a médica americana Dena Grayson, especialista em doenças infecciosas, alertou sobre os riscos de homens sofrerem com disfunção erétil (falta de habilidade masculina para obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual) após se curarem da Covid-19, já que a doença pode causar problemas vasculares no paciente. Um estudo preliminar realizado em março pela Universidade de Roma aponta que a disfunção erétil pode ser, sim, uma das possíveis sequelas de curto a longo prazo da doença causada pelo coronavírus.  

Dos 100 homens analisados, 25 eram infectados com Covid-19, e a disfunção erétil esteve presente em 28% deles. Nos 75 que não foram infectados pelo SARS-CoV-2, o problema foi detectado em apenas 9,33% dos pesquisados. O estudo aponta que a disfunção endotelial (problemas na camada que reveste os vasos sanguíneos) pode ser um dos fatores que favorecem a forma grave da Covid-19, e também pode ser uma das razões para que comorbidades associadas à doença apareçam.

Além disso, a pesquisa também mostra que outros fatores podem auxiliar no comprometimento da disfunção erétil em pacientes com Covid-19, como a fibrose pulmonar, que resulta em uma hipóxia (falta de oxigênio) no leio vascular peniana, a até mesmo a perda de olfato e paladar, que trazem possíveis efeitos negativos sobre a saúde sexual.

O estudo mostra que “embora esses fatores possam ter uma influência menor quando considerados individualmente, a provável presença da maioria, senão de todos, ao mesmo tempo, pode facilmente permitir a progressão de uma forma subclínica para uma forma manifesta de disfunção erétil”.

De acordo com o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), o comprometimento vascular pode ser uma das causas dessa sequela, já que a disfunção erétil também pode ocorrer por problemas ligados à circulação. “Então fumantes, hipertensos, diabéticos e homens com problemas de aterosclerose têm maiores chances de serem acometidos pelo problema”, aponta o especialista. 

O urologista alerta que esse é um estudo preliminar e que outros aspectos devem ser observados. “Ainda que o tratamento estatístico tenha considerado aspectos como idade e IMC (índice de massa corpórea), a correlação da Covid-19 e disfunção erétil vai além destes aspectos, ainda mais em um momento de pandemia que o paciente pode estar sob efeito de tratamentos que podem ocasionar, entre outras coisas, a disfunção erétil.”

Quer saber mais sobre disfunção erétil, suas causas e tratamentos? Acesse aqui e faça um quiz para entender melhor sua condição e descobrir se está mesmo tendo dificuldade de obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Cuidador de paciente: como reconhecer sinais de estresse e cuidar da própria saúde

Coração

Cuidador: cuide de si para cuidar melhor do outro

O cuidador é um familiar ou uma pessoa externa encarregada de cuidar da pessoa doente. Muitas vezes esse papel é cansativo e frustrante para a pessoa que o assume, uma vez que se sente repetidamente sem esperança diante do sofrimento daquele ser querido. Ao ser cuidador e assumir esse papel geralmente se descuida a própria saúde.

Aqui estão alguns sintomas de estresse que cuidadores de pacientes podem ter

  • Ter sentimentos de raiva ou tristeza
  • Sentir que a situação fica fora de controle
  • Sentir que você não tem tempo para se cuidar
  • Dormir demais ou muito pouco
  • Perder o interesse pelas coisas que você gostava
  • Ser mais impaciente e irritável com a pessoa de quem cuida

O cuidado de um ser querido não está isento do estresse que isso implica, mas se você sentir alguns desses sintomas, pode estar sofrendo de “estresse do cuidador”. Compartilhamos abaixo algumas dicas para você cuidar dessas emoções. Bem como ajudar a cuidar, você também deve cuidar de si mesmo e encontrar um equilíbrio em sua vida.

Cure sua mente

  • Aceitar é curar:

Perguntar-se muito “Por quê?” pode ser um desperdício de energia incalculável. Não carregue com o que não pode resolver, evite sempre a emoção negativa de sentir pena de si mesmo, aceite a realidade e encare-a com a melhor atitude.

  • Respire e recomece:

Embora a respiração seja uma ação que tomamos como certa, não é um ato aleatório. Aprender a respirar o ajudará a controlar o estresse e a ansiedade, a tomar um momento para si mesmo e a tomar consciência desse ato, respirando devagar e profundamente, reduzindo assim os momentos de ansiedade.

  • O cuidado é parte de sua vida, mas NÃO é sua vida:

É muito importante que você saiba que cuidar dessa pessoa faz parte de sua vida. Dedique tempo a si mesmo em atividades gratificantes que geram felicidade e tranquilidade; sua saúde mental é importante para levar uma vida saudável.

Cure seu corpo

  • Descanse:

Seu corpo não é uma máquina e você deve dar espaço para descansar, pedir ajuda a um membro da família ou alguém próximo a você em algumas tarefas, fazer pequenas caminhadas ou atividades aeróbicas. Uma maneira de descansar é também manter o corpo ativo e garantir que você sempre durma 7 ou 8 horas por dia. O sono é o caminho para recuperar sua energia novamente.

  • Alimente-se conscientemente:

Enquanto cuidar de uma pessoa exige tempo e energia, você não deve descuidar sua própria alimentação, o que você come é o que seu corpo precisa para ser ativo. Uma alimentação saudável ajudará você a manter seu corpo saudável.

  • Mime-se:

Tomar um longo banho de água quente ou fazer uma sessão de massagem ajudará você a relaxar o corpo, a proporcionar pequenos gostos e prazeres que o motivarão a realizar essas tarefas diárias. Faça coisas que o façam se sentir especial, porque você é.

CUIDE-SE PARA QUE POSSA CUIDAR!

Gostou dessas dicas? Acompanhe nosso blog e veja outras informações necessárias sobre fibrilação atrial, anticoagulação oral, AVC, arritmias e outras doenças importantes do coração e do cérebro, para que você possa prestar um melhor atendimento ao seu paciente.

Diagnóstico

Os sintomas de insuficiência cardíaca podem surgir de repente, principalmente quando ela é decorrente de ataque cardíaco. Fadiga, falta de ar, inchaço nos braços e pernas, grande cansaço ao fazer exercícios, irritabilidade e tontura são sinais que precisam ser considerados no diagnóstico.

Os especialistas devem fazer uma investigação atenta da saúde do paciente para saber se ele apresenta insuficiência cardíaca. Além de conhecer sua história clínica, é necessário realizar uma boa avaliação física, na qual o médico vai checar a pulsação, a pressão arterial e o ritmo e a intensidade dos batimentos cardíacos.

Entre os exames recomendados estão os de imagem, como radiografia de tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma, e de sangue, principalmente os indicadores de peptídeos natriuréticos (PNs), que se acumulam no sangue quando há insuficiência cardíaca.

Quais são os tipos de tratamentos para a insuficiência cardíaca?

Saber o que causa a insuficiência cardíaca é fundamental para tratá-la adequadamente. Normalmente, são necessárias mudanças no estilo de vida: os obesos devem fazer dieta restritiva a fim de perder os quilos a mais. Para quem está acostumado a uma alimentação desregrada, a linha é optar por uma dieta saudável, com menos ingestão de sal e muita hidratação. Além disso, é proibido fumar e as atividades físicas devem ser na medida que o coração aguentar, por isso, devem ser indicadas pelo médico.

Muitas vezes, também é necessário tomar medicamentos específicos para a síndrome e, em casos indicados pelo especialista, a cirurgia para a implantação de um marcapasso, ressincronizador ou cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) é uma opção de tratamento. O procedimento não é considerado complexo: um pequeno corte é feito na pele, abaixo da clavícula, para passar os eletrodos pelas veias e fixá-los ao coração. Depois, o gerador é implantado entre o músculo e a pele e o corte é fechado.

Os sintomas de insuficiência cardíaca podem surgir de repente, principalmente quando ela é decorrente de ataque cardíaco. Fadiga, falta de ar, inchaço nos braços e pernas, grande cansaço ao fazer exercícios, irritabilidade e tontura são sinais que precisam ser considerados no diagnóstico.

Os especialistas devem fazer uma investigação atenta da saúde do paciente para saber se ele apresenta insuficiência cardíaca. Além de conhecer sua história clínica, é necessário realizar uma boa avaliação física, na qual o médico vai checar a pulsação, a pressão arterial e o ritmo e a intensidade dos batimentos cardíacos.

Entre os exames recomendados estão os de imagem, como radiografia de tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma, e de sangue, principalmente os indicadores de peptídeos natriuréticos (PNs), que se acumulam no sangue quando há insuficiência cardíaca.

Saber o que causa a insuficiência cardíaca é fundamental para tratá-la adequadamente. Normalmente, são necessárias mudanças no estilo de vida: os obesos devem fazer dieta restritiva a fim de perder os quilos a mais. Para quem está acostumado a uma alimentação desregrada, a linha é optar por uma dieta saudável, com menos ingestão de sal e muita hidratação. Além disso, é proibido fumar e as atividades físicas devem ser na medida que o coração aguentar, por isso, devem ser indicadas pelo médico.

Muitas vezes, também é necessário tomar medicamentos específicos para a síndrome e, em casos indicados pelo especialista, a cirurgia para a implantação de um marcapasso, ressincronizador ou cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) é uma opção de tratamento. O procedimento não é considerado complexo: um pequeno corte é feito na pele, abaixo da clavícula, para passar os eletrodos pelas veias e fixá-los ao coração. Depois, o gerador é implantado entre o músculo e a pele e o corte é fechado.

Os marcapassos são dispositivos que garantem a frequência cardíaca mínima. São programados pelo cardiologista e exigem avaliação periódica, para regulá-los de acordo com as condições clínicas do paciente. O ritmo é ajustado de acordo com as informações do eletrocardiograma e o médico também acompanha a vida útil da bateria, que dura de seis a 12 anos.

Tm o tamanho de um relógio de pulso e funciona automaticamente, com uma bateria de longa duração. Como um pequeno computador, reconhecem alterações no ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para que o coração reverta esse problema. Atuam tanto regulando a frequência cardíaca mínima quanto a máxima e requerem avaliações mais constantes, para antecipar possível piora no quadro clínico.

É o aparelho usado na terapia de ressincronização cardíaca, que visa aumentar a força do coração em caso de insuficiência grave. É composto por uma bateria, um eletrodo atrial, instalado nos átrios (câmaras que recebem o sangue) e dois eletrodos ventriculares (direito e esquerdo), implantados nos ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue). O dispositivo aumenta a força do coração para bombear o sangue, melhorando seu funcionamento.

O cardiologista saberá indicar o melhor dispositivo para o seu caso. É importante ficar sempre atento, para saber se os sintomas estão sob controle ou dando alertas de que algo não vai bem. Quando isso acontecer, é fundamental procurar um especialista. Nos casos mais graves, o transplante de coração é recomendado

Diversas organizações no Brasil podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e conviver com a insuficiência cardíaca. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter suporte, seja para o paciente ou para a família.

Como funciona o marcapasso?

Os marcapassos são dispositivos que garantem a frequência cardíaca mínima. São programados pelo cardiologista e exigem avaliação periódica, para regulá-los de acordo com as condições clínicas do paciente. O ritmo é ajustado de acordo com as informações do eletrocardiograma e o médico também acompanha a vida útil da bateria, que dura de seis a 12 anos.

Como funciona o cardioversor-desfibrilador implantável (CDI)?

Tm o tamanho de um relógio de pulso e funciona automaticamente, com uma bateria de longa duração. Como um pequeno computador, reconhecem alterações no ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para que o coração reverta esse problema. Atuam tanto regulando a frequência cardíaca mínima quanto a máxima e requerem avaliações mais constantes, para antecipar possível piora no quadro clínico.

O que é um ressincronizador?

É o aparelho usado na terapia de ressincronização cardíaca, que visa aumentar a força do coração em caso de insuficiência grave. É composto por uma bateria, um eletrodo atrial, instalado nos átrios (câmaras que recebem o sangue) e dois eletrodos ventriculares (direito e esquerdo), implantados nos ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue). O dispositivo aumenta a força do coração para bombear o sangue, melhorando seu funcionamento.

O cardiologista saberá indicar o melhor dispositivo para o seu caso. É importante ficar sempre atento, para saber se os sintomas estão sob controle ou dando alertas de que algo não vai bem. Quando isso acontecer, é fundamental procurar um especialista. Nos casos mais graves, o transplante de coração é recomendado

Recursos

Diversas organizações no Brasil podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e conviver com a insuficiência cardíaca. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter suporte, seja para o paciente ou para a família.

FONTES

Sociedade Brasileira de Cardiologia https://www.portal.cardiol.br/

Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas https://sobrac.org/home/

Heart Failure Matters https://www.heartfailurematters.org/pt-pt

Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (Abraf) https://abraf.ong/saiba-mais-sobre-a-insuficiencia-cardiaca/
https://bms.ifmsabrazil.org/index.php/bms/article/view/224

MANUAL MSD. Versão para Família. Insuficiência Cardíaca. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-cora%C3%A7%C3%A3o-e-dos-vasos-sangu%C3%ADneos/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-ic

SBC: Insuficiência cardíaca: sinais e sintomas. Orientações para a atenção primária. YouTube, jul. 2022. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vt9BLxlF9o4

SBC e Conasems discorrem sobre insuficiência cardíaca no projeto “Cuidando do Coração”. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/post/sbc-e-conasems-discorrem-sobre-insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-no-projeto-cuidando-do-cora%C3%A7%C3%A3o

WEBINAR reforça prevenção e cuidado da insuficiência cardíaca. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/post/webinar-refor%C3%A7a-preven%C3%A7%C3%A3o-e-cuidado-da-insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca.

CUIDADO: A lei restringe a venda desses dispositivos por médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e não podem ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2022 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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  • Escolha bem o calçado: Pessoas que já têm uma deformidade nos pés, como unha em garra ou em martelo, por exemplo, precisam escolher um sapato que se ajuste bem ao pé. A parte de cima do calçado precisa ser mais alta e a frente, mais larga para acomodar bem todos os dedos, sem apertar. A sola também não pode dobrar e é preferível usar sapatos fechados e mais rígidos no calcanhar, para uma boa sustentação e menor pressão nos pés. Em dias quentes, opte por modelos papete com fechamento em feltro e nunca chinelos que passam entre os dedos. Lembre-se: o sapato correto deve ser usado mesmo dentro de casa. Evite ficar descalço.
  • Na hora de comprar o sapato: Duas dicas são importantes. A primeira delas é ir à loja no fim de tarde, quando o pé já está mais inchado, para que o calçado não aperte depois. A outra é, ainda em casa, pisar em uma folha sulfite branca e desenhar o contorno do pé. Recorte esse molde e leve-o até a loja. Agora, sempre que gostar de um sapato, coloque o molde dentro dele. Se a folha sair amassada, saberá que o mesmo pode acontecer com o seu pé. Outra medida importante é testar um calçado novo em casa, antes de sair com ele, para evitar calos e bolhas.
  • Corte das unhas: Mantenha as unhas dos pés sempre curtas e em linha reta. As unhas arredondadas nas pontas podem crescer para dentro, levando à infecção1.

E lembre-se sempre da tríade para manter a boa saúde: acompanhamento periódico, prevenção e diagnóstico precoce. Peça para que o médico examine seus pés em todas as consultas.

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ATENÇÃO III: Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Covid-19 e disfunção erétil: existe relação?

Saúde Urológica

Covid-19 pode afetar a função erétil? Entenda a possível relação

Estudo da Universidade de Roma mostra correlação entre o problema em pacientes acometidos pelo coronavírus e especialista explica possível relação da Covid-19 com a disfunção erétil.
 

Em dezembro de 2020, a médica americana Dena Grayson, especialista em doenças infecciosas, alertou sobre os riscos de homens sofrerem com disfunção erétil (falta de habilidade masculina para obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual) após se curarem da Covid-19, já que a doença pode causar problemas vasculares no paciente. Um estudo preliminar realizado em março pela Universidade de Roma aponta que a disfunção erétil pode ser, sim, uma das possíveis sequelas de curto a longo prazo da doença causada pelo coronavírus.  

Dos 100 homens analisados, 25 eram infectados com Covid-19, e a disfunção erétil esteve presente em 28% deles. Nos 75 que não foram infectados pelo SARS-CoV-2, o problema foi detectado em apenas 9,33% dos pesquisados. O estudo aponta que a disfunção endotelial (problemas na camada que reveste os vasos sanguíneos) pode ser um dos fatores que favorecem a forma grave da Covid-19, e também pode ser uma das razões para que comorbidades associadas à doença apareçam.

Além disso, a pesquisa também mostra que outros fatores podem auxiliar no comprometimento da disfunção erétil em pacientes com Covid-19, como a fibrose pulmonar, que resulta em uma hipóxia (falta de oxigênio) no leio vascular peniana, a até mesmo a perda de olfato e paladar, que trazem possíveis efeitos negativos sobre a saúde sexual.

O estudo mostra que “embora esses fatores possam ter uma influência menor quando considerados individualmente, a provável presença da maioria, senão de todos, ao mesmo tempo, pode facilmente permitir a progressão de uma forma subclínica para uma forma manifesta de disfunção erétil”.

De acordo com o Dr. Carlos Bautzer, urologista que atua no núcleo de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês e é médico-assistente da disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), o comprometimento vascular pode ser uma das causas dessa sequela, já que a disfunção erétil também pode ocorrer por problemas ligados à circulação. “Então fumantes, hipertensos, diabéticos e homens com problemas de aterosclerose têm maiores chances de serem acometidos pelo problema”, aponta o especialista. 

O urologista alerta que esse é um estudo preliminar e que outros aspectos devem ser observados. “Ainda que o tratamento estatístico tenha considerado aspectos como idade e IMC (índice de massa corpórea), a correlação da Covid-19 e disfunção erétil vai além destes aspectos, ainda mais em um momento de pandemia que o paciente pode estar sob efeito de tratamentos que podem ocasionar, entre outras coisas, a disfunção erétil.”

Quer saber mais sobre disfunção erétil, suas causas e tratamentos? Acesse aqui e faça um quiz para entender melhor sua condição e descobrir se está mesmo tendo dificuldade de obter ou manter ereção suficiente para o intercurso sexual.

 

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos apenas a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins INFORMATIVOS e podem não estar aprovados ou à venda em certos países. Este material não é destinado ao uso na França.

Os resultados de estudos de caso não são necessariamente preditivos dos resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

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Cuidador de paciente: como reconhecer sinais de estresse e cuidar da própria saúde

Coração

Cuidador: cuide de si para cuidar melhor do outro

O cuidador é um familiar ou uma pessoa externa encarregada de cuidar da pessoa doente. Muitas vezes esse papel é cansativo e frustrante para a pessoa que o assume, uma vez que se sente repetidamente sem esperança diante do sofrimento daquele ser querido. Ao ser cuidador e assumir esse papel geralmente se descuida a própria saúde.

Aqui estão alguns sintomas de estresse que cuidadores de pacientes podem ter

  • Ter sentimentos de raiva ou tristeza
  • Sentir que a situação fica fora de controle
  • Sentir que você não tem tempo para se cuidar
  • Dormir demais ou muito pouco
  • Perder o interesse pelas coisas que você gostava
  • Ser mais impaciente e irritável com a pessoa de quem cuida

O cuidado de um ser querido não está isento do estresse que isso implica, mas se você sentir alguns desses sintomas, pode estar sofrendo de “estresse do cuidador”. Compartilhamos abaixo algumas dicas para você cuidar dessas emoções. Bem como ajudar a cuidar, você também deve cuidar de si mesmo e encontrar um equilíbrio em sua vida.

Cure sua mente

  • Aceitar é curar:

Perguntar-se muito “Por quê?” pode ser um desperdício de energia incalculável. Não carregue com o que não pode resolver, evite sempre a emoção negativa de sentir pena de si mesmo, aceite a realidade e encare-a com a melhor atitude.

  • Respire e recomece:

Embora a respiração seja uma ação que tomamos como certa, não é um ato aleatório. Aprender a respirar o ajudará a controlar o estresse e a ansiedade, a tomar um momento para si mesmo e a tomar consciência desse ato, respirando devagar e profundamente, reduzindo assim os momentos de ansiedade.

  • O cuidado é parte de sua vida, mas NÃO é sua vida:

É muito importante que você saiba que cuidar dessa pessoa faz parte de sua vida. Dedique tempo a si mesmo em atividades gratificantes que geram felicidade e tranquilidade; sua saúde mental é importante para levar uma vida saudável.

Cure seu corpo

  • Descanse:

Seu corpo não é uma máquina e você deve dar espaço para descansar, pedir ajuda a um membro da família ou alguém próximo a você em algumas tarefas, fazer pequenas caminhadas ou atividades aeróbicas. Uma maneira de descansar é também manter o corpo ativo e garantir que você sempre durma 7 ou 8 horas por dia. O sono é o caminho para recuperar sua energia novamente.

  • Alimente-se conscientemente:

Enquanto cuidar de uma pessoa exige tempo e energia, você não deve descuidar sua própria alimentação, o que você come é o que seu corpo precisa para ser ativo. Uma alimentação saudável ajudará você a manter seu corpo saudável.

  • Mime-se:

Tomar um longo banho de água quente ou fazer uma sessão de massagem ajudará você a relaxar o corpo, a proporcionar pequenos gostos e prazeres que o motivarão a realizar essas tarefas diárias. Faça coisas que o façam se sentir especial, porque você é.

CUIDE-SE PARA QUE POSSA CUIDAR!

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