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Insuficiência cardíaca

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A insuficiência cardíaca é uma síndrome complexa, mais comum na população idosa, e exige um diagnóstico atencioso. Por isso, muitas vezes é negligenciada ou confundida com outros males. Conheça mais sobre essa condição clínica, como ela é definida, por que ocorre e os tratamentos disponíveis.

O que é insuficiência cardíaca (IC)?

A insuficiência cardíaca é a incapacidade de o coração bombear o sangue de forma adequada, não atendendo as necessidades do organismo. Popularmente, é conhecida como doença do coração fraco.

O Dia Nacional de Alerta contra a Insuficiência Cardíaca é celebrado em 9 de julho. A cada ano, a data ganha importância porque a síndrome acomete cada vez mais a população: são cerca de 3 milhões de brasileiros diagnosticados com IC. A condição atinge 10% dos idosos com mais de 65 anos e é a terceira causa de internação de pacientes com mais de 60 anos.

Alterações funcionais ou estruturais podem estar por trás da IC. Ela ocorre porque o coração, por alguma razão, se dilata e fica com as paredes finas e esticadas, o que provoca a perda da sua capacidade de se contrair e expulsar adequadamente o sangue do seu interior. Em outros casos, o órgão apresenta as cavidades rígidas e espessas, e por isso não consegue se encher adequadamente.

Segundo Daniella da Motta Costa Dan, cardiologista e presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca Jovem (DEIC Jovem), da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o cenário da doença no Brasil é bastante árduo. A insuficiência cardíaca está relacionada a comorbidades descontroladas, leva a hospitalizações frequentes, tem alta taxa de mortalidade e ainda pode estar associada a doenças pouco cuidadas, como a de Chagas.

A insuficiência cardíaca é classificada de acordo com a fração de ejeção (FEVE), ou seja, a porcentagem de sangue bombeada a cada batimento cardíaco:

  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (sistólica): nesses casos, o coração não se contrai de forma adequada e bombeia menos sangue para o organismo. Com isso, uma maior quantidade de sangue permanece no órgão e pode acumular nos pulmões e nas veias.
  • Insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (diastólica): o coração enrijece e não consegue relaxar depois da contração, o que faz com que ele não se encha plenamente de sangue. Para compensar isso, bombeia uma quantidade de sangue maior do que a normal. E, como acontece na insuficiência cardíaca sistólica, o sangue também pode se acumular nos pulmões e nas veias.

Os especialistas classificam as causas que levam à insuficiência cardíaca em duas: doenças cardíacas e síndromes de outros órgãos que afetam o coração. No primeiro grupo, estão, entre outras causas, infarto do miocárdio, doença arterial coronariana, valvulopatias (doenças que afetam as válvulas cardíacas), miocardite (doenças do miocárdio, outra parte do coração) e alguns distúrbios genéticos.

Entre as causas não-cardíacas, fazem parte da lista a hipertensão arterial, o diabetes e o enrijecimento do coração relacionado ao envelhecimento, entre outras. E quando se fala desse grupo, é necessário ficar atento aos fatores de risco que levam a comorbidades e podem provocar a insuficência cardíaca, como taxas de colesterol alteradas, tabagismo, obesidade, sedentarismo e histórico familiar de doença cardiovascular.

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Obesidade

Transtornos alimentares e obesidade: entenda essa relação

Quando o ato de se alimentar provoca angústia, medo de engordar ou leva ao sobrepeso, não é saudável. Pelo contrário, pode indicar um transtorno alimentar que precisa de cuidado e atenção médica

Não há quem não se preocupe com o peso equilibrado e a aparência saudável. Entretanto, quando esse cuidado é exagerado e provoca distorções da autoimagem, pode ser caracterizado como um transtorno alimentar.

Bulimia nervosa, anorexia nervosa e compulsão alimentar são doenças que alertam especialistas no mundo todo, pois impactam a saúde física e mental dos indivíduos. “Os transtornos alimentares tendem a ser condições persistentes, acompanhadas de sequelas físicas e psicossociais, e os quadros mais graves são de difícil recuperação e, algumas vezes, levam ao óbito”, comenta o psiquiatra José Carlos Appolinário, coordenador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota), que faz parte do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), do Rio de Janeiro.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 4,7% dos brasileiros sofrem com algum transtorno alimentar e a população jovem é a mais acometida: cerca de 10% dos jovens são diagnosticados com alguma dessas enfermidades1. No mundo, são 70 milhões de pessoas neste grupo2.

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Um desequilíbrio delicado

“Os transtornos alimentares (TAs) são caracterizados pelo comprometimento persistente da alimentação ou do comportamento alimentar que resulta no consumo alterado de alimentos, prejudicando a saúde física e psicossocial do indivíduo. Além dessa mudança, ainda é possível perceber outras manifestações nesses pacientes, como alterações na percepção da imagem corporal e problemas com a autoestima”, explica Appolinário. Os TAs mais conhecidos são a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e o transtorno da compulsão alimentar:

  • Anorexia nervosa (AN): os pacientes com esse distúrbio apresentam baixo peso corporal, restrição alimentar, medo de engordar, supervalorização de seu peso e/ou forma e distúrbio da imagem corporal.
  • Bulimia nervosa (BN): nesse quadro, além do medo de engordar e de uma autopercepção do corpo distorcida, há a presença de episódios recorrentes de compulsão alimentar seguidos por comportamentos compensatórios inadequados para evitar ganho de peso, como vômitos autoinduzidos e jejum, além de uma autoavaliação indevidamente influenciada pela forma do corpo ou pelo peso.
  • Compulsão alimentar (TCA): quem sofre com essa síndrome apresenta episódios de compulsão alimentar, nos quais uma grande quantidade de alimentos é ingerida, mas não há os comportamentos compensatórios inadequados para controle do peso observados na bulimia nervosa. Esses pacientes, que tendem a apresentar obesidade e sobrepeso, após se alimentarem sem controle, costumam se sentir ansiosos, constrangidos e culpados.

Obesidade, o outro prato da balança

Embora seja uma doença crônica, progressiva e tida como epidemia global pela Organização Mundial da Saúde, a obesidade não é considerada um transtorno alimentar, apesar de alguns obesos apresentarem algum tipo de TA associado. Essa enfermidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal provocado pela alta ingestão de calorias (mais do que necessitamos para realizar as tarefas rotineiras, como comer, andar, trabalhar, praticar atividades físicas e até dormir) por meio da alimentação.

Se os pacientes com anorexia e bulimia sofrem com o medo de engordar – e esses distúrbios têm como fatores de risco a predisposição genética para transtornos psiquiátricos e traços de personalidade, como perfeccionismo e introversão, além da influência de fatores sociais como a imposição de determinado padrão de beleza3 – os obesos sofrem com o peso extra, cujas causas são genéticas e ambientais. “A hereditariedade pode influenciar no sobrepeso, mas, hoje em dia, o sedentarismo e a adoção de uma alimentação rica em ultraprocessados, com alto índice de gorduras e açúcares, são causas que têm provocado o aumento de casos de obesidade”, comenta o especialista.

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O tratamento é indispensável

Nem sempre é fácil procurar ajuda quando algum transtorno alimentar ou a obesidade está instalada. Não raro, pacientes e familiares demoram para perceber a gravidade do problema e que precisam de ajuda médica, normalmente de uma equipe multidisciplinar, pois acreditam que podem cuidar dessas enfermidades sozinhos; negam a gravidade da patologia; e têm dificuldade de identificar os sintomas, que podem ser confundidos com os de outros doenças, como anemia, estresse, depressão etc.

Entretanto, segundo Appolinário, os TAs, bem como a obesidade, precisam ser acompanhados de perto por profissionais especializados, com apoio médico, nutricional e psicológico. “São condições que podem comprometer vários aspectos da vida do paciente, provocando ainda outras doenças psiquiátricas, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e de personalidade. Por isso, aos primeiros sinais de que algo não vai bem, vale a pena procurar ajuda”, finaliza.

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Serviço

Se você procura tratamento para a obesidade, transtornos alimentares ou quer mais informações para melhorar seus hábitos de vida, consulte:

Ambulim

Centro de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq - USP)

https://gota.org.br/

(11) 2661-6975

ambulim.ipq@hc.fm.usp.br

GOTA

Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares, parte do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), do Rio de Janeiro.

https://gota.org.br/

(21) 3938-0500 Ramal 238

https://gota.org.br/#contato

Disque Saúde

Ligue para 136 e peça informações sobre os serviços de apoio aos transtornos alimentares na sua região

Guia Alimentar para a População Brasileira

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Quer saber mais sobre obesidade e emagrecimento saudável? Veja esse artigo: Reganho de peso, é possível evitar

 

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ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

ENDO - 1726004 – AA – Saber da Saúde

Por que é tão difícil diagnosticar a distonia corretamente?

Sistema Nervoso

Por que diagnosticar a distonia é tão difícil?

A variedade de apresentações clínicas e a sobreposição de sintomas com outras condições neurológicas ainda são desafios na hora do diagnóstico

Existem muitos e diferentes tipos de distonia, mas, em comum a todas elas, está o fato de o diagnóstico ser sempre clínico1. Por essa razão, pode acontecer de ocorrer uma dificuldade na hora de comprovar o quadro. Há casos de distonias focais que costumam ser diagnosticadas já na primeira avaliação, sem necessidade de exames complementares mais complexos, enquanto outras formas da doença exigem um estudo mais aprofundado rumo a um diagnóstico preciso.

Além disso, alguns tipos de distonia podem ter início gradual e progredir ao longo do tempo, tornando a identificação precoce mais difícil. Felipe Mendes, neurocirurgião e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, explica que o processo de diagnóstico da distonia muitas vezes envolve a exclusão de outras condições neurológicas que podem apresentar sintomas semelhantes. “Para tal, é importante ouvir e compreender bem as queixas de cada paciente e realizar um exame físico neurológico completo dentro do consultório”, resume.

Ainda podem ser necessários exames de imagem, como a ressonância magnética ou tomografia computadorizada, para descartar lesões cerebrais ou outras anormalidades. “A realização de testes genéticos e o monitoramento de sintomas para entender a evolução da doença também são ferramentas importantes, que contribuem para o diagnóstico e tratamento adequados”, complementa.

Isso porque a melhor forma de tratamento depende muito do tipo específico de distonia, como explica o neurocirurgião. “O plano de tratamento é personalizado e, muitas vezes, conta com uma equipe multidisciplinar composta por vários profissionais da saúde, como neurologistas, neurocirurgiões, neurofisiologistas e neuropsicólogos, sempre com o foco em restabelecer a qualidade de vida dos pacientes diagnosticados.”

No entanto, o mais importante é que o paciente chegue ao médico especialista, que neste caso é o neurologista especialista em distúrbios do movimento. “Esses profissionais têm o conhecimento necessário para diagnosticar a condição mais precocemente e propor as melhores formas de tratamento. Quando existe a necessidade de tratamento cirúrgico, o neurologista encaminha o paciente para a avaliação de um neurocirurgião”, finaliza Mendes.

Quer saber mais sobre a doença? Descubra os 5 mitos que ainda existem sobre a distonia.

Aproveite também para ver essa história de superação: De volta às quadras de tênis depois da Estimulação Cerebral Profunda

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ATENÇÃO III: Somente para fins informativos. O conteúdo deste artigo/publicação é de responsabilidade exclusiva de seu autor/editor e não representa a opinião da BSC.

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O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

Cânceres e Tumores

Estadiamento do Câncer Colorretal: Entenda os 4 Estágios e a Importância do Diagnóstico Precoce

A avaliação da disseminação da doença, chamada de estadiamento, vai de 1 a 4 e classifica tanto a extensão como o tipo de tumor. Saber disso é fundamental para o tratamento

Todo tumor que apresenta um crescimento anormal de células é denominado neoplasia. Daí, para que esse achado se transforme em um câncer e assuma seu potencial maligno, é preciso que essas novas células atinjam a capacidade de invadir o tecido onde surgiram e se espalhem pelo corpo, em um mecanismo denominado metástase1.

“Uma vez diagnosticado o câncer por meio da biópsia, também é possível analisar o grau de sua disseminação pelos vasos sanguíneos e linfáticos. O próximo passo, então, é realizar o estadiamento desse tumor maligno, por meio de uma avaliação completa do corpo do paciente para avaliar a real extensão do acometimento do câncer”, explica Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas São Paulo.

É importante esclarecer que cada tipo de câncer tem sua forma natural de estadiar, ou seja, de se disseminar, mas no caso específico do câncer colorretal (também chamado de câncer de intestino), esse processo se concentra nos linfonodos [as chamadas ínguas, que ficam próximas de onde surgiu o tumor] e órgãos como fígado e pulmão, principalmente. “Por essa razão, realizamos exames de imagem, como tomografias, com certa frequência, para avaliar o abdômen completo e a pelve, além do pulmão”, detalha o médico.

Saiba mais:

O que é mito e o que é verdade sobre o câncer colorretal?
5 fatores que dificultam o diagnóstico e tratamento do câncer

Conheça cada estágio do câncer colorretal?

A partir dessas avaliações o câncer colorretal pode ser dividido em quatro estágios ou estádios2 . São eles:

  • Estágio 1 Essa primeira classificação é dada a uma lesão local e pequena, que não invadiu todas as camadas do cólon (intestino grosso) ou outro local onde ela surgiu.
  • Estágio 2: A lesão ainda é localizada, mas com maior profundidade de invasão na parede do intestino.
  • Estágio 3: A lesão saiu de seu local inicial e já acomete os linfonodos da região intestinal.
  • Estágio 4: Nessa fase, são localizadas lesões distantes do tumor original, normalmente atingindo fígado, pulmão ou peritônio, a membrana que envolve os órgãos.

Um ponto preocupante é que, embora os diagnósticos atualmente sejam feitos de forma mais precoce, a descoberta do câncer em estágios mais avançados ainda é predominante - especialmente em pacientes mais jovens. “O que estamos observando é pessoas entre 20 e 49 anos recebendo o diagnóstico com a doença mais avançada, em estágios 3 ou até 4, quando o risco de recidiva [de o câncer voltar] ou de óbito é maior. Daí a importância do rastreio e do exame de colonoscopia sempre que notar algo diferente”, alerta Donadio.

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 O que é câncer? Instituto Nacional de Câncer (INCA).

2 Prognóstico para câncer colorretal Tumores do trato gastrointestinal. Manual MSD Versão para profissionais de Saúde.

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Tremor essencial: saiba como reconhecê-lo e quais são os fatores de agravamento da doença

Sistema Nervoso

Tremor Essencial: Sintomas, Diagnóstico e Tratamentos

Devido às suas características, a condição ainda é confundida com a Doença de Parkinson, mas tem sintomas específicos

O tremor essencial é um distúrbio neurológico do movimento que geralmente afeta as mãos, mas também pode atingir a cabeça, voz e as pernas, sendo muitas vezes confundido com a Doença de Parkinson. É considerado o distúrbio de movimento mais comum e ocorre em cerca de 0,5 a 6% da população, dependendo do estudo e da etnia. Ainda que sua ocorrência possa aumentar de acordo com a idade dos pacientes, a doença pode ocorrer independentemente da faixa etária.

Segundo o neurocirurgião Dr. Erich Fonoff, a doença também pode ser confundida com o tremor fisiológico, geralmente desencadeado por situações que são estressantes ao organismo e estão relacionadas ao aumento da liberação de adrenalina pelo corpo. “O tremor essencial é lentamente progressivo e é considerado neurodegenerativo, porque não tem cura. Em geral, tem caráter familiar, mas se trata de uma condição multifatorial”.

O especialista explica que a condição é caracterizada por um tremor fino, rápido e que aparece principalmente durante o movimento, enquanto no Parkinson, por exemplo, o tremor é mais significativo durante o repouso. “O Parkinson é mais incomum que o tremor essencial, atingindo 0,5% a 1% da população.”

Veja também: Será que é Parkinson: Conheça os primeiros sintomas

O diagnóstico do tremor essencial é feito a partir da queixa do paciente, análise dos sintomas e exame clínico. Outros exames complementares também podem ajudar a diferenciar o tremor essencial de outros tipos de tremores. “Nesse caso, é feita uma eletroneuromiografia, exame neurofisiológico utilizado no diagnóstico de lesões no sistema nervoso periférico, que é capaz de medir a frequência do tremor e os músculos envolvidos. O paciente que tem tremor essencial não apresenta alterações na ressonância magnética. Não porque não acontecem alterações no cérebro, mas porque são discretas e não aparecem nesse exame de imagem”, explica o neurocirurgião.

Fatores de agravamento do tremor essencial e tratamento

Fonoff explica que alguns hábitos ou comportamentos podem agravar os sintomas do tremor essencial:

  1. Emoções: se o paciente ficar nervoso ou emocionado (positiva ou negativamente), os tremores podem ser intensificados;
  2. Ingestão de cafeína: por ser um estimulante, a cafeína também pode piorar os tremores;
  3. Medicação para asma: já que alguns desses medicamentos podem acelerar a frequência cardíaca;
  4. Exercício físico: neste caso, o neurocirurgião destaca que o exercício intensifica os tremores durante a prática, mas é fundamental para a qualidade de vida do paciente.

Ainda segundo o neurocirurgião, o tratamento do tremor essencial consiste em três modalidades: prática de exercícios físicos, medicamentos e cirurgia para os casos em que o paciente apresenta um tremor que afeta as atividades do dia a dia. “Nesse caso, é feito o implante de eletrodos para a Estimulação Cerebral Profunda (DBS). Depois disso, o paciente consegue ter uma vida normal, com o tremor 90% mais controlado”, finaliza.

Veja também: Além dos tremores, eu tinha câimbras horríveis, não gosto nem de lembrar

ATENÇÃO: A lei restringe a venda desses dispositivos a médicos ou mediante prescrição médica. Indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na rotulagem do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Os produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e podem não ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2023 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

(Declaração de direitos autorais necessária apenas se não estiver de outra forma no material) Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Este conteúdo não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos neste conteúdo. A Boston Scientific recomenda enfaticamente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde.

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Diagnóstico

Os sintomas de insuficiência cardíaca podem surgir de repente, principalmente quando ela é decorrente de ataque cardíaco. Fadiga, falta de ar, inchaço nos braços e pernas, grande cansaço ao fazer exercícios, irritabilidade e tontura são sinais que precisam ser considerados no diagnóstico.

Os especialistas devem fazer uma investigação atenta da saúde do paciente para saber se ele apresenta insuficiência cardíaca. Além de conhecer sua história clínica, é necessário realizar uma boa avaliação física, na qual o médico vai checar a pulsação, a pressão arterial e o ritmo e a intensidade dos batimentos cardíacos.

Entre os exames recomendados estão os de imagem, como radiografia de tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma, e de sangue, principalmente os indicadores de peptídeos natriuréticos (PNs), que se acumulam no sangue quando há insuficiência cardíaca.

Quais são os tipos de tratamentos para a insuficiência cardíaca?

Saber o que causa a insuficiência cardíaca é fundamental para tratá-la adequadamente. Normalmente, são necessárias mudanças no estilo de vida: os obesos devem fazer dieta restritiva a fim de perder os quilos a mais. Para quem está acostumado a uma alimentação desregrada, a linha é optar por uma dieta saudável, com menos ingestão de sal e muita hidratação. Além disso, é proibido fumar e as atividades físicas devem ser na medida que o coração aguentar, por isso, devem ser indicadas pelo médico.

Muitas vezes, também é necessário tomar medicamentos específicos para a síndrome e, em casos indicados pelo especialista, a cirurgia para a implantação de um marcapasso, ressincronizador ou cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) é uma opção de tratamento. O procedimento não é considerado complexo: um pequeno corte é feito na pele, abaixo da clavícula, para passar os eletrodos pelas veias e fixá-los ao coração. Depois, o gerador é implantado entre o músculo e a pele e o corte é fechado.

Os sintomas de insuficiência cardíaca podem surgir de repente, principalmente quando ela é decorrente de ataque cardíaco. Fadiga, falta de ar, inchaço nos braços e pernas, grande cansaço ao fazer exercícios, irritabilidade e tontura são sinais que precisam ser considerados no diagnóstico.

Os especialistas devem fazer uma investigação atenta da saúde do paciente para saber se ele apresenta insuficiência cardíaca. Além de conhecer sua história clínica, é necessário realizar uma boa avaliação física, na qual o médico vai checar a pulsação, a pressão arterial e o ritmo e a intensidade dos batimentos cardíacos.

Entre os exames recomendados estão os de imagem, como radiografia de tórax, eletrocardiograma e ecocardiograma, e de sangue, principalmente os indicadores de peptídeos natriuréticos (PNs), que se acumulam no sangue quando há insuficiência cardíaca.

Saber o que causa a insuficiência cardíaca é fundamental para tratá-la adequadamente. Normalmente, são necessárias mudanças no estilo de vida: os obesos devem fazer dieta restritiva a fim de perder os quilos a mais. Para quem está acostumado a uma alimentação desregrada, a linha é optar por uma dieta saudável, com menos ingestão de sal e muita hidratação. Além disso, é proibido fumar e as atividades físicas devem ser na medida que o coração aguentar, por isso, devem ser indicadas pelo médico.

Muitas vezes, também é necessário tomar medicamentos específicos para a síndrome e, em casos indicados pelo especialista, a cirurgia para a implantação de um marcapasso, ressincronizador ou cardioversor-desfibrilador implantável (CDI) é uma opção de tratamento. O procedimento não é considerado complexo: um pequeno corte é feito na pele, abaixo da clavícula, para passar os eletrodos pelas veias e fixá-los ao coração. Depois, o gerador é implantado entre o músculo e a pele e o corte é fechado.

Os marcapassos são dispositivos que garantem a frequência cardíaca mínima. São programados pelo cardiologista e exigem avaliação periódica, para regulá-los de acordo com as condições clínicas do paciente. O ritmo é ajustado de acordo com as informações do eletrocardiograma e o médico também acompanha a vida útil da bateria, que dura de seis a 12 anos.

Tm o tamanho de um relógio de pulso e funciona automaticamente, com uma bateria de longa duração. Como um pequeno computador, reconhecem alterações no ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para que o coração reverta esse problema. Atuam tanto regulando a frequência cardíaca mínima quanto a máxima e requerem avaliações mais constantes, para antecipar possível piora no quadro clínico.

É o aparelho usado na terapia de ressincronização cardíaca, que visa aumentar a força do coração em caso de insuficiência grave. É composto por uma bateria, um eletrodo atrial, instalado nos átrios (câmaras que recebem o sangue) e dois eletrodos ventriculares (direito e esquerdo), implantados nos ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue). O dispositivo aumenta a força do coração para bombear o sangue, melhorando seu funcionamento.

O cardiologista saberá indicar o melhor dispositivo para o seu caso. É importante ficar sempre atento, para saber se os sintomas estão sob controle ou dando alertas de que algo não vai bem. Quando isso acontecer, é fundamental procurar um especialista. Nos casos mais graves, o transplante de coração é recomendado

Diversas organizações no Brasil podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e conviver com a insuficiência cardíaca. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter suporte, seja para o paciente ou para a família.

Como funciona o marcapasso?

Os marcapassos são dispositivos que garantem a frequência cardíaca mínima. São programados pelo cardiologista e exigem avaliação periódica, para regulá-los de acordo com as condições clínicas do paciente. O ritmo é ajustado de acordo com as informações do eletrocardiograma e o médico também acompanha a vida útil da bateria, que dura de seis a 12 anos.

Como funciona o cardioversor-desfibrilador implantável (CDI)?

Tm o tamanho de um relógio de pulso e funciona automaticamente, com uma bateria de longa duração. Como um pequeno computador, reconhecem alterações no ritmo cardíaco e emitem impulsos elétricos para que o coração reverta esse problema. Atuam tanto regulando a frequência cardíaca mínima quanto a máxima e requerem avaliações mais constantes, para antecipar possível piora no quadro clínico.

O que é um ressincronizador?

É o aparelho usado na terapia de ressincronização cardíaca, que visa aumentar a força do coração em caso de insuficiência grave. É composto por uma bateria, um eletrodo atrial, instalado nos átrios (câmaras que recebem o sangue) e dois eletrodos ventriculares (direito e esquerdo), implantados nos ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue). O dispositivo aumenta a força do coração para bombear o sangue, melhorando seu funcionamento.

O cardiologista saberá indicar o melhor dispositivo para o seu caso. É importante ficar sempre atento, para saber se os sintomas estão sob controle ou dando alertas de que algo não vai bem. Quando isso acontecer, é fundamental procurar um especialista. Nos casos mais graves, o transplante de coração é recomendado

Recursos

Diversas organizações no Brasil podem ajudar você, seu familiar ou seu cuidador a entender e conviver com a insuficiência cardíaca. Conte com elas para saber mais, trocar experiências e obter suporte, seja para o paciente ou para a família.

FONTES

Sociedade Brasileira de Cardiologia https://www.portal.cardiol.br/

Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas https://sobrac.org/home/

Heart Failure Matters https://www.heartfailurematters.org/pt-pt

Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (Abraf) https://abraf.ong/saiba-mais-sobre-a-insuficiencia-cardiaca/
https://bms.ifmsabrazil.org/index.php/bms/article/view/224

MANUAL MSD. Versão para Família. Insuficiência Cardíaca. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-cora%C3%A7%C3%A3o-e-dos-vasos-sangu%C3%ADneos/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca/insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-ic

SBC: Insuficiência cardíaca: sinais e sintomas. Orientações para a atenção primária. YouTube, jul. 2022. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vt9BLxlF9o4

SBC e Conasems discorrem sobre insuficiência cardíaca no projeto “Cuidando do Coração”. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/post/sbc-e-conasems-discorrem-sobre-insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca-no-projeto-cuidando-do-cora%C3%A7%C3%A3o

WEBINAR reforça prevenção e cuidado da insuficiência cardíaca. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Disponível em: https://www.portal.cardiol.br/post/webinar-refor%C3%A7a-preven%C3%A7%C3%A3o-e-cuidado-da-insufici%C3%AAncia-card%C3%ADaca.

CUIDADO: A lei restringe a venda desses dispositivos por médicos ou mediante prescrição médica. As indicações, contraindicações, advertências e instruções de uso podem ser encontradas na etiqueta do produto fornecida com cada dispositivo ou em www.IFU-BSCI.com. Produtos mostrados apenas para fins de INFORMAÇÃO e não podem ser aprovados ou vendidos em determinados países. Este material não se destina ao uso na França. 2022 Copyright © Boston Scientific Corporation ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

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Não há quem não se preocupe com o peso equilibrado e a aparência saudável. Entretanto, quando esse cuidado é exagerado e provoca distorções da autoimagem, pode ser caracterizado como um transtorno alimentar.

Bulimia nervosa, anorexia nervosa e compulsão alimentar são doenças que alertam especialistas no mundo todo, pois impactam a saúde física e mental dos indivíduos. “Os transtornos alimentares tendem a ser condições persistentes, acompanhadas de sequelas físicas e psicossociais, e os quadros mais graves são de difícil recuperação e, algumas vezes, levam ao óbito”, comenta o psiquiatra José Carlos Appolinário, coordenador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota), que faz parte do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), do Rio de Janeiro.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 4,7% dos brasileiros sofrem com algum transtorno alimentar e a população jovem é a mais acometida: cerca de 10% dos jovens são diagnosticados com alguma dessas enfermidades1. No mundo, são 70 milhões de pessoas neste grupo2.

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Um desequilíbrio delicado

“Os transtornos alimentares (TAs) são caracterizados pelo comprometimento persistente da alimentação ou do comportamento alimentar que resulta no consumo alterado de alimentos, prejudicando a saúde física e psicossocial do indivíduo. Além dessa mudança, ainda é possível perceber outras manifestações nesses pacientes, como alterações na percepção da imagem corporal e problemas com a autoestima”, explica Appolinário. Os TAs mais conhecidos são a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e o transtorno da compulsão alimentar:

  • Anorexia nervosa (AN): os pacientes com esse distúrbio apresentam baixo peso corporal, restrição alimentar, medo de engordar, supervalorização de seu peso e/ou forma e distúrbio da imagem corporal.
  • Bulimia nervosa (BN): nesse quadro, além do medo de engordar e de uma autopercepção do corpo distorcida, há a presença de episódios recorrentes de compulsão alimentar seguidos por comportamentos compensatórios inadequados para evitar ganho de peso, como vômitos autoinduzidos e jejum, além de uma autoavaliação indevidamente influenciada pela forma do corpo ou pelo peso.
  • Compulsão alimentar (TCA): quem sofre com essa síndrome apresenta episódios de compulsão alimentar, nos quais uma grande quantidade de alimentos é ingerida, mas não há os comportamentos compensatórios inadequados para controle do peso observados na bulimia nervosa. Esses pacientes, que tendem a apresentar obesidade e sobrepeso, após se alimentarem sem controle, costumam se sentir ansiosos, constrangidos e culpados.

Obesidade, o outro prato da balança

Embora seja uma doença crônica, progressiva e tida como epidemia global pela Organização Mundial da Saúde, a obesidade não é considerada um transtorno alimentar, apesar de alguns obesos apresentarem algum tipo de TA associado. Essa enfermidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal provocado pela alta ingestão de calorias (mais do que necessitamos para realizar as tarefas rotineiras, como comer, andar, trabalhar, praticar atividades físicas e até dormir) por meio da alimentação.

Se os pacientes com anorexia e bulimia sofrem com o medo de engordar – e esses distúrbios têm como fatores de risco a predisposição genética para transtornos psiquiátricos e traços de personalidade, como perfeccionismo e introversão, além da influência de fatores sociais como a imposição de determinado padrão de beleza3 – os obesos sofrem com o peso extra, cujas causas são genéticas e ambientais. “A hereditariedade pode influenciar no sobrepeso, mas, hoje em dia, o sedentarismo e a adoção de uma alimentação rica em ultraprocessados, com alto índice de gorduras e açúcares, são causas que têm provocado o aumento de casos de obesidade”, comenta o especialista.

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O tratamento é indispensável

Nem sempre é fácil procurar ajuda quando algum transtorno alimentar ou a obesidade está instalada. Não raro, pacientes e familiares demoram para perceber a gravidade do problema e que precisam de ajuda médica, normalmente de uma equipe multidisciplinar, pois acreditam que podem cuidar dessas enfermidades sozinhos; negam a gravidade da patologia; e têm dificuldade de identificar os sintomas, que podem ser confundidos com os de outros doenças, como anemia, estresse, depressão etc.

Entretanto, segundo Appolinário, os TAs, bem como a obesidade, precisam ser acompanhados de perto por profissionais especializados, com apoio médico, nutricional e psicológico. “São condições que podem comprometer vários aspectos da vida do paciente, provocando ainda outras doenças psiquiátricas, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e de personalidade. Por isso, aos primeiros sinais de que algo não vai bem, vale a pena procurar ajuda”, finaliza.

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Serviço

Se você procura tratamento para a obesidade, transtornos alimentares ou quer mais informações para melhorar seus hábitos de vida, consulte:

Ambulim

Centro de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (IPq - USP)

https://gota.org.br/

(11) 2661-6975

ambulim.ipq@hc.fm.usp.br

GOTA

Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares, parte do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE), do Rio de Janeiro.

https://gota.org.br/

(21) 3938-0500 Ramal 238

https://gota.org.br/#contato

Disque Saúde

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Guia Alimentar para a População Brasileira

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ATENÇÃO II: Este material é apenas para fins informativos e não para diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação em relação aos benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico em todos os assuntos relativos à sua saúde.

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Por que é tão difícil diagnosticar a distonia corretamente?

Sistema Nervoso

Por que diagnosticar a distonia é tão difícil?

A variedade de apresentações clínicas e a sobreposição de sintomas com outras condições neurológicas ainda são desafios na hora do diagnóstico

Existem muitos e diferentes tipos de distonia, mas, em comum a todas elas, está o fato de o diagnóstico ser sempre clínico1. Por essa razão, pode acontecer de ocorrer uma dificuldade na hora de comprovar o quadro. Há casos de distonias focais que costumam ser diagnosticadas já na primeira avaliação, sem necessidade de exames complementares mais complexos, enquanto outras formas da doença exigem um estudo mais aprofundado rumo a um diagnóstico preciso.

Além disso, alguns tipos de distonia podem ter início gradual e progredir ao longo do tempo, tornando a identificação precoce mais difícil. Felipe Mendes, neurocirurgião e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, explica que o processo de diagnóstico da distonia muitas vezes envolve a exclusão de outras condições neurológicas que podem apresentar sintomas semelhantes. “Para tal, é importante ouvir e compreender bem as queixas de cada paciente e realizar um exame físico neurológico completo dentro do consultório”, resume.

Ainda podem ser necessários exames de imagem, como a ressonância magnética ou tomografia computadorizada, para descartar lesões cerebrais ou outras anormalidades. “A realização de testes genéticos e o monitoramento de sintomas para entender a evolução da doença também são ferramentas importantes, que contribuem para o diagnóstico e tratamento adequados”, complementa.

Isso porque a melhor forma de tratamento depende muito do tipo específico de distonia, como explica o neurocirurgião. “O plano de tratamento é personalizado e, muitas vezes, conta com uma equipe multidisciplinar composta por vários profissionais da saúde, como neurologistas, neurocirurgiões, neurofisiologistas e neuropsicólogos, sempre com o foco em restabelecer a qualidade de vida dos pacientes diagnosticados.”

No entanto, o mais importante é que o paciente chegue ao médico especialista, que neste caso é o neurologista especialista em distúrbios do movimento. “Esses profissionais têm o conhecimento necessário para diagnosticar a condição mais precocemente e propor as melhores formas de tratamento. Quando existe a necessidade de tratamento cirúrgico, o neurologista encaminha o paciente para a avaliação de um neurocirurgião”, finaliza Mendes.

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O que acontece em cada estágio do câncer colorretal?

Cânceres e Tumores

Estadiamento do Câncer Colorretal: Entenda os 4 Estágios e a Importância do Diagnóstico Precoce

A avaliação da disseminação da doença, chamada de estadiamento, vai de 1 a 4 e classifica tanto a extensão como o tipo de tumor. Saber disso é fundamental para o tratamento

Todo tumor que apresenta um crescimento anormal de células é denominado neoplasia. Daí, para que esse achado se transforme em um câncer e assuma seu potencial maligno, é preciso que essas novas células atinjam a capacidade de invadir o tecido onde surgiram e se espalhem pelo corpo, em um mecanismo denominado metástase1.

“Uma vez diagnosticado o câncer por meio da biópsia, também é possível analisar o grau de sua disseminação pelos vasos sanguíneos e linfáticos. O próximo passo, então, é realizar o estadiamento desse tumor maligno, por meio de uma avaliação completa do corpo do paciente para avaliar a real extensão do acometimento do câncer”, explica Mauro Donadio, oncologista especialista em tumores gastrointestinais e neuroendócrinos da Oncoclínicas São Paulo.

É importante esclarecer que cada tipo de câncer tem sua forma natural de estadiar, ou seja, de se disseminar, mas no caso específico do câncer colorretal (também chamado de câncer de intestino), esse processo se concentra nos linfonodos [as chamadas ínguas, que ficam próximas de onde surgiu o tumor] e órgãos como fígado e pulmão, principalmente. “Por essa razão, realizamos exames de imagem, como tomografias, com certa frequência, para avaliar o abdômen completo e a pelve, além do pulmão”, detalha o médico.

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O que é mito e o que é verdade sobre o câncer colorretal?
5 fatores que dificultam o diagnóstico e tratamento do câncer

Conheça cada estágio do câncer colorretal?

A partir dessas avaliações o câncer colorretal pode ser dividido em quatro estágios ou estádios2 . São eles:

  • Estágio 1 Essa primeira classificação é dada a uma lesão local e pequena, que não invadiu todas as camadas do cólon (intestino grosso) ou outro local onde ela surgiu.
  • Estágio 2: A lesão ainda é localizada, mas com maior profundidade de invasão na parede do intestino.
  • Estágio 3: A lesão saiu de seu local inicial e já acomete os linfonodos da região intestinal.
  • Estágio 4: Nessa fase, são localizadas lesões distantes do tumor original, normalmente atingindo fígado, pulmão ou peritônio, a membrana que envolve os órgãos.

Um ponto preocupante é que, embora os diagnósticos atualmente sejam feitos de forma mais precoce, a descoberta do câncer em estágios mais avançados ainda é predominante - especialmente em pacientes mais jovens. “O que estamos observando é pessoas entre 20 e 49 anos recebendo o diagnóstico com a doença mais avançada, em estágios 3 ou até 4, quando o risco de recidiva [de o câncer voltar] ou de óbito é maior. Daí a importância do rastreio e do exame de colonoscopia sempre que notar algo diferente”, alerta Donadio.

Quer saber mais sobre câncer colorretal?

Clique aqui para acessar nossa página sobre Março Azul – Campanha de conscientização sobre o câncer colorretal – e confira informações importantes sobre a doença, formas de prevenção, tratamentos e apoio. Sua conscientização faz toda a diferença. Vamos lutar juntos contra o câncer colorretal!

1 O que é câncer? Instituto Nacional de Câncer (INCA).

2 Prognóstico para câncer colorretal Tumores do trato gastrointestinal. Manual MSD Versão para profissionais de Saúde.

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Tremor essencial: saiba como reconhecê-lo e quais são os fatores de agravamento da doença

Sistema Nervoso

Tremor Essencial: Sintomas, Diagnóstico e Tratamentos

Devido às suas características, a condição ainda é confundida com a Doença de Parkinson, mas tem sintomas específicos

O tremor essencial é um distúrbio neurológico do movimento que geralmente afeta as mãos, mas também pode atingir a cabeça, voz e as pernas, sendo muitas vezes confundido com a Doença de Parkinson. É considerado o distúrbio de movimento mais comum e ocorre em cerca de 0,5 a 6% da população, dependendo do estudo e da etnia. Ainda que sua ocorrência possa aumentar de acordo com a idade dos pacientes, a doença pode ocorrer independentemente da faixa etária.

Segundo o neurocirurgião Dr. Erich Fonoff, a doença também pode ser confundida com o tremor fisiológico, geralmente desencadeado por situações que são estressantes ao organismo e estão relacionadas ao aumento da liberação de adrenalina pelo corpo. “O tremor essencial é lentamente progressivo e é considerado neurodegenerativo, porque não tem cura. Em geral, tem caráter familiar, mas se trata de uma condição multifatorial”.

O especialista explica que a condição é caracterizada por um tremor fino, rápido e que aparece principalmente durante o movimento, enquanto no Parkinson, por exemplo, o tremor é mais significativo durante o repouso. “O Parkinson é mais incomum que o tremor essencial, atingindo 0,5% a 1% da população.”

Veja também: Será que é Parkinson: Conheça os primeiros sintomas

O diagnóstico do tremor essencial é feito a partir da queixa do paciente, análise dos sintomas e exame clínico. Outros exames complementares também podem ajudar a diferenciar o tremor essencial de outros tipos de tremores. “Nesse caso, é feita uma eletroneuromiografia, exame neurofisiológico utilizado no diagnóstico de lesões no sistema nervoso periférico, que é capaz de medir a frequência do tremor e os músculos envolvidos. O paciente que tem tremor essencial não apresenta alterações na ressonância magnética. Não porque não acontecem alterações no cérebro, mas porque são discretas e não aparecem nesse exame de imagem”, explica o neurocirurgião.

Fatores de agravamento do tremor essencial e tratamento

Fonoff explica que alguns hábitos ou comportamentos podem agravar os sintomas do tremor essencial:

  1. Emoções: se o paciente ficar nervoso ou emocionado (positiva ou negativamente), os tremores podem ser intensificados;
  2. Ingestão de cafeína: por ser um estimulante, a cafeína também pode piorar os tremores;
  3. Medicação para asma: já que alguns desses medicamentos podem acelerar a frequência cardíaca;
  4. Exercício físico: neste caso, o neurocirurgião destaca que o exercício intensifica os tremores durante a prática, mas é fundamental para a qualidade de vida do paciente.

Ainda segundo o neurocirurgião, o tratamento do tremor essencial consiste em três modalidades: prática de exercícios físicos, medicamentos e cirurgia para os casos em que o paciente apresenta um tremor que afeta as atividades do dia a dia. “Nesse caso, é feito o implante de eletrodos para a Estimulação Cerebral Profunda (DBS). Depois disso, o paciente consegue ter uma vida normal, com o tremor 90% mais controlado”, finaliza.

Veja também: Além dos tremores, eu tinha câimbras horríveis, não gosto nem de lembrar

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